Páginas

sexta-feira, 21 de julho de 2017

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Qual é a sua impressão?


Impressão digital (tecnicamente datilograma ou dermatoglifo) é o desenho formado pelas papilas (elevações da pele), presentes nas polpas dos dedos das mãos, deixado em uma superfície lisa. As impressões digitais são únicas em cada indivíduo, sendo distintas inclusive entre gêmeos univitelinos. Tal característica, chamada unicidade, as faz serem utilizadas como forma de identificação de pessoas há séculos.

As papilas são formadas durante a gestação e acompanham a pessoa até a morte, sem apresentar mudanças significativas. Esta propriedade é conhecida como imutabilidade.

A impressão digital apresenta pontos característicos e formações que permitem a um perito ou um papiloscopista identificar uma pessoa de forma bastante confiável.

Tal comparação é também feita por sistemas computadorizados, os chamados sistemas AFIS (Automated Fingerprint Identification System, Sistema de Identificação Automatizada de Impressão Digital).

Cada pessoa na face da terra tem uma individualização em sua impressão e quando falamos do reino espiritual não é diferente.

Temos, em Cristo, uma "impressão espiritual" que nos faz conhecidos como filhos de Deus, como Seus servos e herdeiros do céus.

Tal impressão não é lida por máquinas ou analisadas por especialistas, ela só reconhecida por Deus, Jesus, o Espírito Santo, anjos, Satanás e seus demônios.

Ela é o seu sinal individual de ligação com Deus, te dá passaporte para o céu e faz o inferno tremer diante da autoridade que ela te concede.

Valorize sua impressão, pois ela te valoriza!

terça-feira, 18 de julho de 2017

ORIGENS DA MUSICA


A música é um agente potencializador
dentro da adoração.
"E o nome do seu irmão era Jubal; este foi o pai de todos os que tocam harpa e órgão."
Gênesis 4.21

Jubal é citado como o pai dos primeiros instrumentistas musicais, fato que registra a manifestação da música desde o início da humanidade. O fato de Jubal ter sido filho de um homem (Lameque) que tomou duas mulheres para si não ofuscou a compreensão nem o transporta de uma manifestação celeste, que é a música, para o mundo dos pecadores. Ao contrário das teses que argumentam que a música é fruto das experiências do homem primitivo e de suas descobertas, a narrativa de Gênesis sugere uma base para estas manifestação através de Jubal, e isso nos leva a refletir: qual foi o referencial que Jubal utilizou para construir a primeira harpa e a primeira flauta? Teria ele "se inspirado" na música que cerca o Deus vivo nas expressões de adoração daqueles seres que o louvam?" [1]
O homem foi criado com todos os aparatos para adoração, mas não foram todos eles manifestos sem a intervenção divina. O fato do termo inventar ser atribuído não tira Deus de cena, vejamos, Deus cria o homem para adora-Lo em decorrência dos eventos celestes pré-Criação.

O homem vem dia após dia sendo dotado do Espírito de Deus, se na revelação das coisas no Gênesis, na liberação de conhecimento a Salomão, como no revestimento do Espírito Santo da Igreja.

Deus no momento oportuno colocou a música no cenário humano, sabendo Ele que a mesma teria profunda ação no íntimo do ser humano. Balançamos a cabeça e batemos o pé quase que automaticamente ao ouvirmos uma música. Somos seres musicais.

A música é um importante instrumento de adoração, mas só ela não é adoração. A adoração e o louvor não começam nas notas musicais, nos acordes e dissonâncias, eles começam na vida o instrumentista e do cantor. É aí que muitos se enganam.

Uma bela música não é adoração, mas uma adoração pode vir a serem uma bela música. A prova disso são os Salmos. Muitos deles eram entoados em forma de cântico nos santuário, nas dificuldades, nas vitórias, nas peregrinações, etc.

A vida individual do adorador é que faz a música, por isso que Jubal não pode ser culpado ou descreditado pelas ações de seu pai, Lameque.

A Bíblia revela vários momentos em que os seres celestiais estão adorando e cantando, o Apocalipse retrata cânticos dos santos e salvos no Senhor. O céu não copiaria as coisas da terra, já que lá as coisas da terra já se passaram.

O fato é que pela Bíblia a música vem do céu por inspiração de Deus ao homens, como uma extensão da adoração dada a Deus pelos anjos agora cedida ao homens.

Referências
[1] Bíblia De Estudo Louvor e Adoração - NTHL

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Expectativas do Fim do Mundo


A Importância das Últimas Coisas
Texto Referência: Lc 21.36

"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."

Analisemos a proeminência das Ultimas Coisas nas escrituras:
a) Referências claras no Velho Testamento: Jó 19.25,26; Sl 24.7-10; 45.2-4; Is 60.1,2
b) Citações de Jesus: Mt 24.30; 26.64; Lc 11.2; Jo 14.3,18,23,28
c) Afirmações angelicais: At 1.10,11
d) Declarações apostólicas: 1 Co 15.50-58; 1 Ts 4.13-18; Tt 2.13; Jd 14; Apocalipse

Todo o Velho Testamento prepara a Vinda de Jesus, com lances em Sua Segunda Vinda.

Enoque, Noé, Davi prefiguram os últimos dias.
O ofício de Cristo como Rei só se entende à luz da Segunda Vinda.
As Alianças e Dispensações culminam com o fim do mundo.
A Salvação é passado, presente e futuro.
O Batismo simboliza morte, ressurreição, envolvendo os vários tipos e ressurreições e a nova vida aqui e além.
A Ceia prefigura a Vinda de Jesus.
Todo o Novo Testamento interpreta-se à luz do fim.
As Últimas Coisas são a esperança da Igreja (At 23.6; 26.6-8; Rm 8.20,25; 1 Co 15.19; Gl 5.5; Tt 2.13; 1 Pe 1.3; 2 Pe 3.9-13; 1 Jo 3.2,3).

Esta doutrina:
a) Promove Santificação (1 Jo 3.3; 2 Pe 3.11; Mt 25.6,7).
b) Solicita vigilância e perseverança (Mt 24.44; 1 Ts 5.6; Mc 13.36; 1 Jo 2.28).
c) Sustenta o crente nas lutas (Tg 5.7; Hb 10.35-37; 11.26; 2 Tm 2.12; 1 Ts 4.16-18).
d) Estimula o crente ao serviço cristão (Mt 24.45-51; Lc 19.13; 2 Co 5.10,11; 1 Co 3.11-15).
e) Define os alvos do serviço cristão (At 1.8; 15.13-18; Rm 11.22-32).
f) Profere fervoroso apelo de consagração ao serviço de Deus (Rm 13.11,12; 2 Ts 1.7-10).
g) Admoesta os iníquos (2 Ts 1.7-10).

quarta-feira, 21 de junho de 2017

ENAQUE


Os enaquins eram uma raça de gigantes que descendiam de Enaque, filho de Arba, o cananeu que fundou a cidade de Quiriate-Arba (Hebrom). Eles viviam basicamente no sul da Palestina. Os enaquins, fisicamente, eram enormes e aterrorizavam os hebreus (Números 13.33). São descritos como descendentes dos nefilins, os gigantes mitológicos que eram filhos da união de anjos com mulheres (Gênesis 6.4).

A raça de "gigantes" não é necessariamente mitológica. Há muitos exemplos de extremos de tamanho como resultado da seleção genética. A mesma região na África produziu os mbuti, o menor povo do mundo, e os watusi, os mais altos. Quando consideramos que, naqueles dias, a média de altura do ser humano não ficava muito acima de 1,5 metro, então um exército de enaquins, homens musculosos com cerca de 2 metros, seria uma visão amedrontadora.

Apesar de seu medo, o exército de Josué destruiu todos os enaquins, exceto alguns que ficavam no sudoeste da Palestina (Josué 11.21 em diante). Fragmentos de cerâmica egípcia de cerca de 2.000 a.C. confirmam a existência de uma tribo chamada Enaque e cujos príncipes tinham nomes semíticos.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

ELIAS E ELISEU

A totalidade da história do reino de Israel é contada nos dois livros de Samuel e nos dois livros de Reis. Os livros de Crônicas contam a mesma história.

1. A divisão do Reino – 1 Reis 12.1 – 2 Reis 17.41
As rebeliões que ocorreram depois da morte de Salomão resultaram na divisão do império davídico. Ao norte, dez tribos se rebelaram contra a dinastia de Davi, que reinavam em Jerusalém, e estabeleceram um reino sob a liderança de Jeroboão. Roboão, filho de Salomão, reinou apenas sobre as tribos de Judá e Benjamim, e Jerusalém continuou a ser a capital dessas duas tribos.

2. Reino do Norte.
O Reino do Norte durou aproximadamente dois séculos (931-722 a.C). Mudanças nas famílias reais ou dinastias ocorriam com bastante frequência. Para o propósito de nosso estudo, os acontecimentos no reino do norte podem ser convenientemente divididos como demonstrado a seguir.

Dinastia de Jeroboão – 931 a 909 a.C. 
1 Reis 12-15

Dinastia de Baasa – 909-885 a.C. 
1 Reis 15-16

Dinastia de Onri – 885-841 a.C. 
1 Reis 16-22; 2Reis 1-9

Dinastia de Jeú – 841-751 a.C. 
2 Reis 10-15

Últimos reis de Israel – 752-722 a.C. 
2 Reis 15-17

O Reino do Norte durou pouco mais de duzentos anos. Foi destruído pela Assíria em 722 a.C. As dez tribos foram deportadas e desapareceram da história.
2.1. A religião do Reino do Norte.
Jeroboão, o fundador do Reino do Norte, visando ao propósito de manter separados os dois reinos, adotou como religião oficial a adoração aos bezerros no seu reino recém-formado. Os bezerros chegaram a representar simbolicamente que Israel era independente de Judá, de Jerusalém e da família de Davi. Seus dois centros religiosos principais eram Betel, no sul, e Dã, no norte.
Sempre havia a tendência de os israelitas participarem do culto à divindade Cananéia, Baal. Esse culto foi ativamente promovido por Jezabel, mas enfrentou a oposição ativa dos profetas Elias e Eliseu, bem como do rei Jeú.
2.2 Baal
1. Quem era Baal. Era o deus supremo dos cananeus. Em hebraico, Baal significa senhor. Seus adoradores acreditavam fosse o ídolo o responsável pela abundância da terra e pela fertilidade do ventre. Em Peor, região de Moabe, havia uma versão local dessa divindade, que era adorada conjuntamente por moabitas e midianitas. Foi nessa localidade de Sitim, bem defronte de Jericó, que Israel rompeu a aliança com o seu Deus, pondo-se a cultuar a Baal. 2. Como Baal era adorado. Sendo o deus da fertilidade, seu culto era marcado pela crueldade e por uma devassidão que envergonharia até Sodoma e Gomorra. Em suas cerimônias havia: 1) sacrifícios de vítimas humanas; 2) orgias e os mais inimagináveis desregramentos; 3) e, logicamente, louvores a Baal.

3. Personagens.
3.1.Acabe, rei de Israel
Acabe foi um rei politicamente forte e muito poderoso, mas muito fraco na moralidade pessoal. Ele fez alianças com Fenícia, Judá e Síria e levantou Israel como uma nação. No entanto, ele permitiu que sua esposa e rainha, Jezabel, uma mulher estranha para Israel, tanto na nacionalidade quanto na prática religiosa, promovesse idolatria em Israel. Isso provocou a ira de Deus e levou à queda de Acabe. Ele juntou-se a sua rainha na prática de idolatria, no entanto se humilhou diante de Deus ocasionalmente. Ele morreu em batalha em 853 a.C.

3.2. Jezabel
Jezabel é uma das personagens femininas mais intrigantes do Antigo Testamento. Inteligente, dominadora e hedonista, ela viveu contrária a tudo o que o seu nome significa. No hebraico, 'Iyzebel quer dizer “casta”, todavia essa rainha é conhecida na história bíblica como mulher impudica e idólatra.

Jezabel era uma princesa sidônia, filha do poderoso Etbaal (no hb. “com Baal”) – um poderoso rei da Fenícia – adoradora de Baal-Melcarte, um falso deus fenício, e rainha de Israel durante o reinado de Acabe, cerca de 870-853 a.C. (1Rs 16.29-31; 18.19).

Embora a Lei Mosaica proibisse o casamento com os povos pagãos, o incrédulo Acabe casou-se com a mais poderosa e vil mulher da Fenícia. Este casamento não fora realizado pelos sacerdotes diante do Senhor, mas pelos sacerdotes de Baal, diante desta mesma divindade (1Rs 16.31). A confiança de Acabe não estava mais em Iavé, mas nos acordos diplomáticos. Por isso casou-se com Jezabel, a fim de ratificar o acordo diplomático feito por Onri, seu pai.

Esta união, no entanto, trouxe a ruína moral, espiritual e social do reino do norte, Israel. A capital Samaria tornara-se a partir de então o centro religioso do culto a Baal e a Astarte, contendo no palácio 450 profetas de Baal e 400 sacerdotisas de Astarote ou Asera (1Rs 18.4). Isto significa que não apenas foram mortos os profetas, mas também muitos sacerdotes fiéis a Iavé. Neste período lúgubre, o palácio transformou-se em antro de luxúria, malandragem, excessos e vícios sexuais. Tudo com a participação do rei Acabe, da rainha Jezabel e dos profetas e sacerdotisas de Baal e Astarte. O paganismo de Jezabel unia prostituição e homossexualismo com religião e religiosidade. Esta é uma das principais razões pelas quais Jezabel é conhecida como prostituta. E na verdade o era, entretanto, uma hieródula, ou prostituta sagrada. É impossível desassociar o culto pagão ao casal herogâmico Baal e Astarte da prostituição sagrada, da falolatria, dos sacrifícios de crianças, das ervas alucinógenas, feitiçaria entre outros desvios (2Rs 9.22). E, segundo a tradição fenícia e canaanita, o rei e a rainha eram elementos indispensáveis nessas festividades, pois a presença deles assegurava o favor das divindades cultuadas. A rainha Jezabel incitava o rei Acabe para fazer o que era “mau aos olhos do Senhor”, diz o redator das crônicas dos reis (1 Rs 21.25).

Uma das primeiras iniciativas da rainha Jezabel foi exterminar os profetas do Senhor e colocar no palácio os sacerdotes, sacerdotisas e profetas de Baal e Astarte. Depois, preocupou-se em matar os poucos servos de Deus que lhe resistiam o poder inconteste. Assim, começa a perseguir Elias, o único profeta ainda a lhe resistir o poder publicamente (1Rs 18 e 19) e, mais tarde, o indefeso Nabote (1Rs 21.14).

A vida impudica de Jezabel recebeu a justa retribuição divina pelo modo como morreu. Leia 2 Reis 9.30-37. O nome desta mulher tornou-se sinônimo de idolatria, falsos profetas, prostituição, falsos ensinos, tolerância ao pecado, perseguição aos servos de Deus, heresias entre outros. É com esse sentido que o nome Jezabel aparece em Apocalipse 2.20.

3.3. Elias
Elias foi profeta do Reino do Norte, nos reinados de Acabe e do seu filho Acazias. Ele desafiou o povo a fazer uma escolha definitiva entre seguir a Deus ou a Baal.
A vida do profeta Elias girou em torno do conflito entre a religião do Senhor e a religião de Baal. Sua missão era levar os israelitas a reconhecerem sua apostasia e reconduzi-los à fidelidade ao Deus de Israel.

O modo corajoso do profeta Elias falar ao rei Acabe e denunciar a impiedade de Israel fez dele um profeta exemplar, e a pessoa mais qualificada daquela época para ser um exemplar modelo do precursor de Jesus Cristo. Elias era um restaurador e um reformador, empenhado em restabelecer o concerto entre Deus e Israel. A coragem e a fé patentes em Elias não têm paralelo em toda a história da redenção. Seu desafio ao rei Acabe, sua repressão a todo o Israel e seu confronto com os 450 profetas de Baal foram embates que ele os enfrentou dispondo apenas das armas da oração e da fé em Deus.


3.4 Eliseu
O ministério de Eliseu era conhecido não apenas por todo o povo de Israel, mas também na Síria, bem como em Judá e Edom. Por causa da cura de Naamã e do encontro peculiar com os exércitos siros, Eliseu foi reconhecido como “homem de Deus”, até mesmo em Damasco, capital da Síria. Próximo ao fim do reinado de Jorão, Eliseu visitou a cidade para informar a Hazar de que seria o próximo rei da Síria (2 Rs 8.7-15).

Uma série de acontecimentos sobrenaturais marca a carreira de seu ministério, milagres de conhecimento, poder e maravilhas, todos os elogios especificamente em nome do Senhor. Na história da redenção é parte do segundo grupo de milagres. Milagres de Eliseu ocorreu num momento em que a religião de Jeová estava enfrentando uma afronta da parte de adoração a Baal. Da mesma forma que os milagres de Elias, Eliseu foi concebido para demonstrar a autoridade do profeta e de apresentar o Deus vivo.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

USOS E COSTUMES DOS TEMPOS BÍBLICOS - ROUPAS

Roupas Masculinas / Femininas - Deuteronômio 22.5. 
Em vista da túnica ser tão básica, ela era idêntica para homens e mulheres, exceto que a do homem era geralmente mais curta (na altura do joelho) e a da mulher mais longa (na altura do tornozelo) e azul. A proibição de trocar as roupas teve sua origem no estímulo sexual que fazia parte da religião cananita.

O "casaco colorido de José" - Gênesis 37.3. 
José ganhou uma túnica feita de muitas peças. As peças adicionais eram provavelmente mangas compridas que atrapalhavam quando havia serviço a fazer. (Quando as mulheres usavam mangas longas e largas, elas as amarravam atrás do pescoço para que o braços ficassem livres). Isso indicava que José não devia fazer trabalho pesado; ele era o herdeiro escolhido pra governar a família.

O manto e a túnica - Mateus 5.40; Lucas 6.29. 
Jesus não entendera mal e não estava se contradizendo. No primeiro caso, Jesus falava sobre o tribunal que podia tirar a túnica, mas não a capa da pessoa. No segundo caso, um ladrão iria roubar primeiro a roupa de cima, que era valiosa.

Cobrindo a cabeça das mulheres - 1 Coríntios 11.10. 
As mulheres respeitáveis andavam com a cabeça coberta e usavam véu fora de casa. Só as prostitutas mostravam a face e exibiam os cabelos para atrair os homens. Paulo diz então os cristãos que se uma mulher não usar véu na igreja, deve ter a cabeça raspada; mas é melhor que cubra a cabeça. Mesmo quando os cristãos têm liberdade para a prática da sua fé, não devem contrariar os bons costumes.

A armadura de Deus - Efésios 6.10,11 
Paulo se refere à roupa usada pelo soldado. Ele combina a profecia de Isaías sobre a armadura de Deus (Is 59.16,17) com o que sabe sobre o soldado estava uma vestimenta básica para "ficarem firmes", de modo que a armadura (casaco e saia de couro cobertos com placas de metal) pudesse ajustar-se por cima. Os soldados romanos tinham sandálias pregadas com tachas grandes que firmavam seus pés no chão. Paulo usa a descrição para dizer que o diabo não poderá derrubar os cristãos se eles forem estritamente honestos, absolutamente justos em seus tratos e não se deixarem perturbar facilmente. Acrescente a isso uma salvação que os capacita a viver segundo o padrão de Deus, com acesso ao que Deus disse e confiança nEle, e o cristão estará bem protegido.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Ageu, Zacarias e Malaquias


Estes três profetas pertenceram ao período posterior ao regresso do povo de Israel do seu cativeiro, do qual se fala nos livros de Esdras, Neemias e Ester. 

Ageu e Zacarias ajudaram na construção do templo, 520-516 a.C. Pensa-se que 

Malaquias se associou a Neemias perto de cem anos mais tarde, na construção do muro de Jerusalem.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

A LEI...

Êx 20.1,2 “Então, falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.”

Um dos aspectos mais importantes da experiência dos israelitas no monte Sinai foi o de receberem a lei de Deus através do seu líder, Moisés.

A lei Mosaica (hb. torah, que significa “ensino”), admite uma tríplice divisão:

(a) a lei moral, que trata das regras determinadas por Deus para um santo viver (20.1-17);

(b) a lei civil, que trata da vida jurídica e social de Israel como nação (21.1 — 23.33);

(c) a lei cerimonial, que trata da forma e do ritual da adoração ao Senhor por Israel, inclusive o sistema sacrificial (24.12 — 31.18).

Note os seguintes fatos no tocante à natureza e à função da lei no Antigo Testamento.

(1) A lei foi dada por Deus em virtude do concerto que Ele fez com o seu povo.
Ela expunha as condições do concerto a que o povo devia obedecer por lealdade ao Senhor Deus, a quem eles pertenciam.
Os israelitas aceitaram formalmente essas obrigações do concerto (24.1-8);

(2) A obediência de Israel à lei devia fundamentar-se na misericórdia redentora de Deus e na sua libertação do povo (19.4).

(3) A lei revelava a vontade de Deus quanto a conduta do seu povo (19.4-6; 20.1-17; 21.1—24.8) e prescrevia os sacrifícios de sangue para a expiação pelos seus pecados (Lv 1.5; 16.33).
A lei não foi dada como um meio de salvação para os perdidos.
Ela foi destinada aos que já tinham um relacionamento de salvação com Deus (20.2).
Antes, pela lei Deus ensinou ao seu povo como andar em retidão diante dEle como seu Redentor, e igualmente diante do seu próximo.
Os israelitas deviam obedecer à lei mediante a graça de Deus a fim de perseverarem na fé e cultuarem também por fé, ao Senhor (Dt 28.1,2; 30.15-20).

(4) Tanto no AT quanto no NT, a total confiança em Deus e na sua Palavra (Gn 15.6), e o amor sincero a Ele (Dt 6.5), formaram o fundamento para a guarda dos seus mandamentos.
Israel fracassou exatamente nesse ponto, pois constantemente aquele povo não fazia da fé em Deus, do amor para com Ele de todo o coração e do propósito de andar nos seus caminhos, o motivo de cumprirem a sua lei. Paulo declara que Israel não alcançou a justiça que a lei previa, porque “não foi pela fé” que a buscavam (Rm 9.32).

(5) A lei ressaltava a verdade eterna que a obediência a Deus, partindo de um coração cheio de amor (ver Gn 2.9 nota; Dt 6.5 nota) levaria a uma vida feliz e rica de bênçãos da parte do Senhor (cf. Gn 2.16 nota; Dt 4.1,40; 5.33; 8.1; Sl 119.45; Rm 8.13; 1 Jo 1.7).

(6) A lei expressava a natureza e o carácter de Deus, i.e., seu amor, bondade, justiça e repúdio ao mal.
Os fiéis israelitas deviam guardar a lei moral de Deus, pois foram criados à sua imagem (Lv 19.2).

(7) A salvação no AT jamais teve por base a perfeição mediante a guarda de todos os mandamentos.
Inerente no relacionamento entre Deus e Israel, estava o sistema de sacrifícios, mediante os quais, o transgressor da lei obtinha o perdão, quando buscava a misericórdia de Deus, com sinceridade, arrependimento e fé, conforme a provisão divina expiatória mediante o sangue.

(8) A lei e o concerto do AT não eram perfeitos, nem permanentes.
A lei funcionava como um tutor temporário para o povo de Deus até que Cristo viesse (Gl 3.22-26).

O antigo concerto agora foi substituído pelo novo concerto, no qual Deus revelou plenamente o seu plano de salvação mediante Jesus Cristo (Rm 3.24-26; ver Gl 3.19, nota com matéria adicional sobre a natureza e função da lei no AT).

(9) A lei foi dada por Deus e acrescentada à promessa “por causa das transgressões” (Gl 3.19); i.e., tinha o propósito:
(a) de prescrever a conduta de Israel;
(b) definir o que era pecado;
(c) revelar aos israelitas a sua tendência inerente de transgredir a vontade de Deus e de praticar o mal;
(d) despertar neles o sentimento da necessidade da misericórdia, graça e redenção divinas (Rm 3.20; 5.20; 8.2).

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Os Anjos, e o Anjo do Senhor.

Jz 2.1 - “E subiu o Anjo do SENHOR de Gilgal a Boquim e disse: Do Egito vos fiz subir, e vos trouxe à terra que a vossos pais tinha jurado, e disse: Nunca invalidarei o meu concerto convosco.”

A Bíblia menciona freqüentemente os anjos; o presente estudo provê uma noção geral do ensino bíblico a respeito dos anjos.

ANJOS

A palavra “anjo” (hb. malak; gr. angelos) significa “mensageiro”. Os anjos são mensageiros ou servidores celestiais de Deus (Hb 1.13,14), criados por Deus antes de existir a terra (Jó 38.4-7; Sl 148.2,5; Cl 1.16).

(1) A Bíblia fala em anjos bons e em anjos maus, embora ressalte que todos os anjos foram originalmente criados bons e santos (Gn 1.31). Tendo livre-arbítrio, numerosos anjos participaram da rebelião de Satanás (Ez 28.12-17; 2 Pe 2.4; Jd 1.6; Ap 12.9; ver Mt 4.10 nota) e abandonaram o seu estado original de graça como servos de Deus, e assim perderam o direito à sua posição celestial.

(2) A Bíblia fala numa vasta hoste de anjos bons (1 Rs 22.19; Sl 68.17; 148.2; Dn 7.9-10; Ap 5.11), embora os nomes de apenas dois sejam registrados nas Escrituras: Miguel (Dn 12.1; Jd 1.9; Ap 12.7) e Gabriel (Dn 9.21; Lc 1.19,26). Segundo parece, os anjos estão divididos em diferentes categorias: Miguel é chamado de arcanjo (lit.: “anjo principal”, Jd 9; 1 Ts 4.16); há serafins (Is 6.2), querubins (Ez 10.1-3), anjos com autoridade e domínio (Ef 3.10; Cl 1.16) e as miríades de espíritos ministradores angelicais (Hb 1.13,14; Ap 5.11).

(3) Como seres espirituais, os anjos bons louvam a Deus (Hb 1.6; Ap 5.11; 7.11), cumprem a sua vontade (Nm 22.22; Sl 103.20), vêem a sua face (Mt 18.10), estão em submissão a Cristo (1Pe 3.22), são superiores aos seres humanos (Hb 2.6,7) e habitam no céu (Mc 13.32; Gl 1.8). Não se casam (Mt 22.30), nunca morrerão (Lc 20.34-36) e não devem ser adorados (Cl 2.18; Ap 19.9,10). Podem aparecer em forma humana (geralmente como moços, sem asas, cf. Gn 18.2,16; 19.1; Hb 13.2).

(4) Os anjos executam numerosas atividades na terra, cumprindo ordens de Deus. Desempenharam uma elevada missão ao revelarem a lei de Deus a Moisés (At 7.38; Gl 3.19; Hb 2.2). Seus deveres relacionam-se principalmente com a obra redentora de Cristo (Mt 1.20-24; 2.13; 28.2; Lc 1—2; At 1.10; Ap 14.6,7). Regozijam-se por um só pecador que se arrepende (Lc 15.10), servem em prol do povo de Deus (Dn 3.25; 6.22; Mt 18.10; Hb 1.14), observam o comportamento da congregação dos cristãos (1Co 11.10; Ef 3.10; 1Tm 5.21), são portadores de mensagens de Deus (Zc 1.14-17; At 10.1-8; 27.23-24), trazem respostas às orações (Dn 9.21-23; At 10.4); às vezes, ajudam a interpretar sonhos e visões proféticos (Dn 7.15-16); fortalecem o povo de Deus nas provações (Mt 4.11; Lc 22.43), protegem os santos que temem a Deus e se afastam do mal (Sl 34.7; 91.11; Dn 6.22; At 12.7-10), castigam os inimigos de Deus ( 2Rs 19.35; At 12.23; Ap 14.17—16.21), lutam contra as forças demoníacas (Ap 12.7-9) e conduzem os salvos ao céu (Lc 16.22).

(5) Durante os eventos dos tempos do fim, a guerra se intensificará entre Miguel, com os anjos bons, e Satanás, com suas hostes demoníacas (Ap 12.7-9). Anjos acompanharão a Cristo quando Ele voltar (Mt 24.30-31) e estarão presentes no julgamento da raça humana (Lc 12.8,9).

O ANJO DO SENHOR

É mister fazer menção especial ao “Anjo do SENHOR” (às vezes, “o Anjo de Deus”), um anjo incomparável que aparece no AT e no NT.

(1) Seu primeiro aparecimento foi a Agar, no deserto (Gn 16.7); outros aparecimentos incluíram pessoas como Abraão (Gn 22.11,15), Jacó (Gn 31.11-13), Moisés (Êx 3.2), todos os israelitas durante o êxodo (Êx 14.19) e mais tarde em Boquim (Jz 2.1,4), Balaão (Nm 22.22-36), Josué (Js 5.13-15, onde o príncipe do exército do SENHOR é mais provavelmente o Anjo do SENHOR), Gideão (Jz 6.11), Davi (1 Cr 21.16), Elias (2 Rs 1.3-4), Daniel (Dn 6.22) e José (Mt 1.20; 2.13).

(2) O Anjo do SENHOR realizou várias tarefas semelhantes às dos anjos, em geral. Às vezes, simplesmente trazia mensagens do Senhor ao seu povo (Gn 22.15-18; 31.11-13; Mt 1.20). Noutras ocasiões, Deus enviava o seu anjo para suprir as necessidades dos seus (1 Rs 19.5-7), para protegê-los do perigo (Êx 14.19; 23.20; Dn 6.22) e, ocasionalmente, destruir os seus inimigos (Êx 23.23; 2 Rs 19.34,35; Is 63.9). Quando o próprio povo de Deus rebelava-se e pecava grandemente, este anjo podia ser usado para destruí-lo (2 Sm 24.16,17).

(3) A identidade do anjo do Senhor tem sido debatida, especialmente pelo modo como ele freqüentemente se dirige às pessoas. Note os seguintes fatos:

(a) em 2.1, o anjo do Senhor diz: Do Egito Eu vos fiz subir, e Eu vos trouxe à terra que a vossos pais Eu tinha jurado, e Eu disse: Eu nunca invalidarei o meu concerto convosco (o grifo dos pronomes foi acrescentado). Comparada esta passagem com outras que descrevem o mesmo evento, verifica-se que eram atos do Senhor, o Deus do concerto dos israelitas. Foi Ele quem jurou a Abraão, a Isaque e a Jacó que daria aos seus descendentes a terra de Canaã (Gn 13.14-17; 17.8; 26.2-4; 28.13); Ele jurou que esse concerto seria eterno (Gn 17.7), Ele tirou os israelitas do Egito (Êx 20.1,2) e Ele os levou à terra prometida (Js 1.1,2).

(b) Quando o anjo do Senhor apareceu a Josué, este prostrou-se e o adorou (Js 5.14). Essa atitude tem levado muitos a crer que esse anjo era uma manifestação do próprio Senhor Deus; do contrário, o anjo teria proibido Josué de adorá-lo (Ap 19.10; 22.8-9). (c) Ainda mais explicitamente, o anjo do Senhor que apareceu a Moisés na sarça ardente disse, em linguagem bem clara: “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (Êx 3.6; ver Gn 16.7; Êx 3.2).

(4) Porque o anjo do Senhor está tão estreitamente identificado com o próprio Senhor, e porque ele apareceu em forma humana, alguns consideram que ele era uma aparição do Cristo eterno, a segunda pessoa da Trindade, antes de nascer da virgem Maria.

Obs.: Se voce sentir de nos abençoar...
CAIXA ECONOMICA FEDERAL / AGENCIA: 0299 / CONTA 88803-5 / OPERAÇÃO 013

terça-feira, 23 de maio de 2017

COMÉSTICOS: REALÇANDO A BELEZA FÍSICA

Perfumes: No mundo antigo, com tão pouco saneamento e cheiros fortes, os perfumes eram altamente valorizados. A perfumaria, que incluía a fabricação tanto de cosméticos como de óleos medicinais, era uma profissão nobre da antiguidade (Êx 30.25,35; 1Sm 8.13; Ne 3.8).

Os ingredientes de perfumes mencionados nas Escrituras são: aloés, bdélio, cálamo, cássia, canela, olíbano, mirra, nardo, hena, cinamomo e açafrão. Os perfumes eram em forma de pó, líquidos, incensos ou óleos. Sachês de plantas secas eram usados sob a roupa (Ct 1.13), líquidos e óleos eram guardados em frascos e jarros (Mc 14.3; Lc 7.37). Os óleos perfumados eram usados das seguintes maneiras:

- Para suavizar a pele e tirar odores desagradáveis (veja Rt 3.3; Sl 45.8; Lc 7.38);
- Como hidratante no clima seco do deserto (veja Sl 133.2; Ct 1.13);
- Como atração para o relacionamento sexual (veja Et 2.12; Pv 7.17);
- Como símbolo de honra e hospitalidade para ser derramado sobre pés ou cabeça dos convidados para um banquete (veja Mt 26.7);
- Cosméticos: Alguns comentaristas dizem que a hena (de coloração alaranjada e brilhante) era misturada com óleo e aplicada nas palmas das mãos, nos pés, nas unhas e, algumas vezes, no cabelo (veja Ct 4.13). Um cosmético preto escuro era usado para delinear os olhos (2Rs 9.30; Jr 4.30; Ez 23.40). Também fabricavam pós e ruges moendo minerais e misturando-os com água ou goma. As tintas cosméticas eram misturadas com óleo e conservadas em pequenas jarras.

Espelhos: Como auxiliares importante, os espelhos eram, desde a antiguidade, feitos de bronze polido, porque o vidro ainda não tinha sido desenvolvido antes do século I da nossa era. Paulo usa uma analogia com um espelho para descrever a "imagem fraca" que temos da verdadeira realidade espiritual (1Co 13.12).

terça-feira, 16 de maio de 2017

CURIOSIDADE BÍBLICA

Você sabia?

Que para os Judeus era muito importante lavarem as mãos antes de cada refeição, já que pegavam os alimentos com os dedos. Você sabia que esta questão discutida nos Evangelhos e justamente esta prática tão simples, os Fariseus transformaram numa cerimonia bastante elaborada.

Pelo regulamento Farisaico, não bastava derramar água sobre as mãos, mas água tinha que corre dos dedos até o pulso e a quantidade da água utilizada não poderia ser menor do que a equivalente a uma casca e meia de ovo. Os Fariseus ficaram indignados com Jesus, que não lavava as mãos da maneira por eles determinada, conforme Lucas 11.38; Marcos 7.5; Mateus 15.2.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

ESPOSA DO PASTOR

"Pastorear o povo de Deus" é um trabalho que apresenta grandes variações, de acordo com a época e com o lugar, mas os princípios bíblicos em relação à liderança permanecem constantes. Na Bíblia, "sacerdotes", "profetas" e "diáconos" podem também fazem alusão a posições semelhantes de liderança, e muitos não eram casados por causa das circunstâncias difíceis. Mulheres que se casaram com esse tipo de homens ficaram ligadas a uma exigência dupla: uma vida sem lucros no mundo e um comportamento os mais altos padrões de integridade espiritual.

Para desenvolver uma fé completo no sustento diário dado por Deus, é necessário passar por provações frequentes. A provisão dada pelo Senhor a sues servos é ilustrada na Bíblia pelo conselho dado por Eliseu à viúva de um profeta (2Rs 4.1-7). Paulo também ensinou que o trabalhador é digno de seu salário (1Tm 5.18), mas o povo de Deus, frequentemente, falhava nisso ou era muito pobre para fornecer o sustento suficiente.

A lei mosaica responsabilizava Arão, o sumo sacerdote de Israel, e sua tribo de Levi de cuidar de todos os aspectos do culto comunitário. Os sacerdotes levitas deviam representar Deus para o povo até que a Lei fosse cumprida em Cristo. Isso exigia uma vida de santidade. Suas esposas eram escolhidas entre as virgens (Lv 21.7,13). A Lei do Sinai providenciou sustento para os sacerdotes e para suas famílias de maneira adequada (Nm 18.8-20), mas, nos anos seguintes, a pobreza e a decadência espiritual ficaram registradas. Malaquias denuncia fortemente o divórcio e a degeneração pessoal entre os sacerdotes (Ml 2.11). Ao escrever para próprio necessárias à vida das esposas dos líderes espirituais (1Tm3.11-12).

O estilo de vida das igrejas modernas ainda pede um alto nível de compromisso da mulher que serve como esposa de pastor. Equilibrar casamento, casa e família com devoção exemplar e dedicação ao ministério requer um espírito de equipe altruísta e de zelosa compaixão pela causa de Cristo.


Fonte: "A Bíblia da Mulher" / editora SBB e MC - pág. 174

quinta-feira, 11 de maio de 2017

O QUE É, E COMO FUNCIONAVA O REDIL?


Sempre ouvimos em hinos ou lemos falando sobre a ovelha longe do redil.
O que é o redil?

Redil - o redil das ovelhas era um pedaço de terra cercado por um muro de pedras com apenas uma porta de entrada. À noite, o pastor ficava à porta contando uma a uma e depois se deitava atravessado na porta.

Assim, ele mesmo era a porta. E, por isso, Jesus disse: "Eu sou a porta das ovelhas" (Jo 10.7).

O pastor ficava exposto ao perigo, guardando as ovelhas. Você sabia?

Agora você sabe quem está a porta cuidando de você!

segunda-feira, 8 de maio de 2017

O PROFETA DO ANTIGO TESTAMENTO.

- Que tipo de pessoa era o profeta do AT?

1) Era alguém que tinha estreito relacionamento com Deus, e que se tornava confidente do Senhor (Amós 3.7).
- O profeta via o mundo e o povo do concerto sob a perspectiva divina, e não segundo o ponto de vista humano.

2) O profeta, por estar próximo de Deus, achava-se em harmonia com Deus, e em simpatia com aquilo que Ele sofria por causa dos pecados do povo.
- Compreendia, melhor que qualquer outra pessoa, o propósito, vontade e desejos de Deus.
- Experimentava as mesmas reações de Deus. Noutras palavras, o profeta não somente ouvia a voz de Deus, como também sentia o seu coração (Jeremias 6.11; 15.16,17; 20.9).

3) À semelhança de Deus, o profeta amava profundamente o povo.
- Quando o povo sofria, o profeta sentia profundas dores .
- Ele almejava para Israel o melhor da parte de Deus (Ezequiel 18.23).
- Por isso, suas mensagens continham, não somente advertências, como também palavras de esperança e consolo.

4) O profeta buscava o sumo bem do povo, i.e., total confiança em Deus e lealdade a Ele; eis porque advertia contra a confiança na sabedoria, riqueza e poder humanos, e nos falsos deuses (Jermias 8.9,10; Oseias 10.13,14; Amós 6.8).
- Os profetas continuamente conclamavam o povo a viver à altura de suas obrigações conforme o seu concerto estabelecido com Deus, para que viesse a receber as bênçãos da redenção.

5) O profeta tinha profunda sensibilidade diante do pecado e do mal (Jeremias 2.12,13, 19; 25.3-7; Amós 8.4-7; Miqueias 3.8).
- Não tolerava a crueldade, a imoralidade e a injustiça. O que o povo considerava leve desvio da Lei de Deus, o profeta interpretava, às vezes, como funesto.
- Não podia suportar transigência com o mal, complacência, fingimento e desculpas do povo (32.11; Jeremias 6.20; 7.8-15; Amós 4.1; 6.1).
- Compartilhava, mais que qualquer outra pessoa, do amor divino à retidão, e do ódio que o Senhor tem à iniqüidade (cf. Hebreus 1.9 nota).

6) O profeta desafiava constantemente a santidade superficial e oca do povo, procurando desesperadamente encorajar a obediência sincera às palavras que Deus revelara na Lei
- Permanecia totalmente dedicado ao Senhor; fugia da transigência com o mal e requeria
fidelidade integral a Deus.
- Aceitava nada menos que a plenitude do reino de Deus e a sua justiça, manifestadas no povo de Deus.

7) O profeta tinha uma visão do futuro, revelada em condenação e destruição (e.g., 63.1-6; Jeremias 11.22,23; 13.15-21; Ezequiel 14.12-21; Amós 5.16-20,27, bem como em restauração e renovação (e.g., 61– 62; 65.17–66.24; Jeremias 33; Ezequiel 37).
- Os profetas enunciaram grande número de profecias acerca da vinda do Messias .

8) Finalmente, o profeta era, via de regra, um homem solitário e triste (Jeremias 14.17,18; 20.14-18; Amós 7.10-13; Jonas 3– 4), perseguido pelos falsos profetas que prediziam paz, prosperidade e segurança para o povo que se achava em pecado diante de Deus (Jeremias 15.15; 20.1-6; 26.8-11; Amós 5.10; cf. Mateus 23.29-36; Atos 7.51-53).
- Ao mesmo tempo, o profeta verdadeiro era reconhecido como homem de Deus, não havendo, pois, como ignorar o seu caráter e a sua mensagem.
- Você conhece muitos profetas hoje , seguindo estes preceitos?

domingo, 7 de maio de 2017

ARISTARCO

Aristarco era macedônio, de Tessalônica. Podemos supor que foi convertido por Paulo quando o apóstolo foi a Tessalônica para pregar, por volta de 50 d. C. A tradição diz que Aristarco era um judeu macedônico, mas não há nada na Bíblia que confirme esse fato. Várias referências, na verdade, levam os estudiosos a inferir que ele não era judeu.

Ele tornou-se associado de Paulo, viajando com o apóstolo em várias de suas missões (Atos 27.2). Estava com Paulo em Éfeso quando foram presos por causa do tumulto provocado pelos devotos da deusa Ártemis (Atos 20.4). Ele é mencionado em Colossenses (4.10) e em Filemom (24), e era obviamente dedicado a Paulo, considerando uma honra ser companheiro do apóstolo. A tradição diz que ele foi martirizado em Roma durante as perseguições de Nero.

RichardLosch

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Cidades Refúgio


Essas cidades ofereciam direito de asilo aos que tivessem provocado alguma morte acidental nelas estavam a salvo de serem processados, bem como de vingança. Moisés já havia dedicado três dessas cidades a leste: Bezer, Ramote e Golã (Deuteronomio4.41-43). Posteriormente, Josué dedicou três cidades de refúgio a oeste do Jordão: Quedes, Siquém e Hebrom. Todas essas cidades de refúgio eram cidades levíticas e estão incluídas nas 48 cidades alocadas aos levitas (Números 35.6).

A localização das Cidades e seus significados

1) Bezer, no deserto, na terra plana, território de Rubén (Sudeste) (Deuteronômio 4:43; Josué 10:8). O nome significa "fortaleza", e aparece apenas cinco vezes na Bíblia. Para quem vinha do Egito a Canaã, logo ao atravessas o território de Moabe, avistava Bezer, à distancia, por sua estratégia topográfica. Temos na cidade de Bezer a representatividade do Odmorul JESUS CRISTO como a fortaleza de todos os que nele confiam. Para quem sai do Egito e vem a Canaã de ULHIM, é necessário passar por JESUS o Ungido, Nossa Fortaleza. (Salmo 43:2; Isaías 52:1; 2 Timóteo 1:7).

2) Ramote, em Gileade, território de Gade (Leste) Deuteronômio 4:43). Era uma das cidades mais fortificadas do território gadita. O nome quer dizer "altura" "exaltado", refere-se a JESUS CRISTO, o nosso Ramote elevado a mão direita do Pai. O termo aplicado por Paulo "exaltou" no seu sentido mais amplo quer dizer "elevar às mais elevadas alturas", "exaltar excelsamente", "exaltar supremamente", uma expressão enfática que indica a natureza elevadíssima e grandiosa da exaltação do Ungido (Filipense 2:9). JESUS CRISTO é a principal autoridade universal, superior a todos os nomes que possam ser mencionados agora e por toda a eternidade. Quando o pecador aproxima-se de JESUS CRISTO, o nosso Ramote espiritual, automaticamente assume uma posição gloriosa. (Efésios 2:5,6).

3) Golã, em Basã, território de Manasses (Nordeste) (Josué 20:8). Era uma cidade situada numa belíssima planície. O nome de Golã significa "gozo ou exilo". JESUS, o nosso Golã espiritual, pagou o preço do desterro, ou seja, de rejeição, para tornar-nos cidadãos dos céus. Foi rejeitado; pelo mundo (João 1:10); por sua própria nação (João 1:21); pelo seu próprio país (Marcos 6:4); por sua própria cidade (Lucas 4:29); por seus próprios familiares (Josué 7:5); pelos escribas, sumo sacerdotes e anciãos (Lucas 9:12) e pelos seus próprios seguidores (Marcos 14:71).

4) Quedes, na região da Galileia, território de Naftali (Norte) (Josué 20:7) Em quedes contemplamos JESUS CRISTO, o Santo de ULHIM, que é refugio para os impuros (Apocalipse 3:7). O atributo que preconiza JESUS o Ungido como filho de DEUS é sua natureza santa (João 8:46). Ele é a santidade requerida aos fiéis ( 1 Pedro 1:16 ).

5) Siquem, na montanha, território de Efraim (Centro-oeste, cerca de 70 Km ao Norte de JERUSALÉM) (Josué 20:7) Esta cidade está plantada num vale fertilíssimo. E é a primeira cidade mencionada no livro de Gênesis (Gênesis 12:6). Foi ali que YAOHUcaf enterrou os deuses estranhos, sob o carvalho Gênesis 36:1-4). Nesta cidade de refugio encontramos tipologicamente JESUS CRISTO tendo o principado sobre os seus ombros (Isaías 9:6); Ele é o príncipe da vida (Atos 3:15); príncipe salvador (Atos 5:31); príncipe e Juiz (Atos 7:27), príncipe da salvação (Hebreus 2:10) e príncipe dos reis da terra (Apocalipse 1:5) Em Siquem temos a vitória sobre todo principado e potestades da trevas.

6) Hebrom, na montanha, território de Judá (Sul-sudeste, aproximadamente 36 Km ao Sul de JERUSALÉM ) (Josué 20:7). Cidade de refugio importantíssima ao sul de Canaã. O nome moderno de Hebrom é El-Kalil, "o amigo". A Bíblia faz 69 referencias a ela e significa "união", "companhia", "camaradagem" - temos nesta cidade de refugio um tipo de JESUS CRISTO como o nosso melhor amigo e companheiro (Lucas 7:34; Jo 11:1; João 15:13,15; Salmo 27:10). Muitas vezes as cidades de refugio são mencionadas na Escrituras. Elas nos lembra JESUS o Ungido, o perfeito refugio, que nos salva da ira de ULHIM. (Deuteronômio 19:1-14; 1 Corintios 6:54-81; Números 35:9-28). As cidades de refugio eram um resultado da misericórdia de DEUS PAI, que dura para todo o sempre. Estejamos sempre prontos a proclamar JESUS CRISTO a todos os povos, porque de todos os povos Ele é o perfeito refúgio.

EnsinadorCristão

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Membros do gabinete de Trump se reúnem semanalmente para orar e estudar a Bíblia



Presidente Donald Trump ora durante evento National Prayer Breakfast, em Washington. (Foto: Reuters/Carlos Barria)

As reuniões são lideradas por um pastor que atua na Casa Branca. Dentre os participantes estão o vice-presidente dos EUA e o diretor da CIA.

A cada semana, membros do gabinete do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reúnem na Casa Branca para a oração e estudo da Bíblia Sagrada.

As reuniões são lideradas pelo pastor Ralph Drollinger, fundador da organização Capitol Ministries, que oferece estudos bíblicos, evangelismo e discipulado para os líderes políticos. Drollinger começou a atuar em Washington no início do governo Trump.

Dentre os participantes estão o vice-presidente Mike Pence e oito secretários de gabinete, como Betsy DeVos, Ben Carson, Sonny Perdue, Rick Perry, Tom Price e Jeff Sessions; o administrador da Agência de Proteção Ambiental, Scott Pruitt e o diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), Mike Pompeo.

“Em termos de saúde e direcionamento de um país, quando seus líderes estão buscando a Deus, a nação fica na posição de ser abençoada por Deus ‘infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos’”, disse Drollinger se referindo ao trecho bíblico de Efésios 3:20.

O Capitol Ministries também conduz estudos bíblicos semanais na Câmara e no Senado dos EUA. O ministério iniciou os estudos bíblicos em uma série de assembléias legislativas e está atualmente trabalhando na expansão para centros legislativos internacionais.

“Este tem sido um tempo maravilhoso de oração e comunhão”, disse Drollinger. “Atualmente, eu estou dando ensinos através do Sermão da Montanha. Assim, eu distribuo um estudo semanal da Bíblia como uma lição de casa sobre um determinado tema”.

Os líderes do estudo bíblico afirmam que o presidente Donald Trump é sempre bem-vindo para se juntar a eles.

A oração e participação de líderes cristãos tem sido parte da administração de Trump durante toda a campanha. Muitos pastores tem incentivado os membros de suas igrejas a orarem pelo presidente americano.

“Devemos cobrir o presidente em oração”, disse o pastor Carl Gallups. “É óbvio que o reino demoníaco está agitado por sua presença, também é óbvio que a agenda do anticristo está furiosa com a presidência. Estes são sinais para aqueles que sabem que Trump está sendo usado pelo Senhor nestes tempos proféticos.”

Guiame

quinta-feira, 20 de abril de 2017

HUMOR - TEMPO PARA RIR

O salmista afirma que Deus habita nos céus e ri (Salmo 2.4), e o autor de Provérbios retrata a "mulher forte" como aquela que se regozija (lit. "ri") a respeito dos dias futuros (Provérbios 31.25). A vida, às vezes, é difícil, e surgem momentos em que precisamos desesperadamente de uma mudança. 

O riso é um dos meios que o Criador nos deu para trocar de marcha e entremear a monotonia com alegria. O humor é um desvio da "estrada da vida" terrena. O riso é uma receita simples e barata para curar algumas das enfermidades e o tédio da vida (Provérbios 17.22). 

Os médicos creditam propriedades curativas ao humor, principalmente em casos de doenças emocionais, como a depressão. É certo que o humor desfaz tensões e traz tranquilidade.

Com tantas tragédias na vida, optar pelo humor em lugar do desespero é um bom conselho bíblico. O humor geralmente, envolve a aceitação dos altos e baixos da vida e a determinação de não nos levarmos muito a sério. Para combater o estresse, aliviar a tensão e até proporcionar são bens preciosos.

Jesus mesmo era imprevisível, mordaz e espirituosos em sua respostas. Ele usava ironia, jogos de palavras e hipérboles para transmitir suas mensagens (veja Mateus 22.15-22, em que Jesus, com inteligência, escapa da armadilha dos fariseus e desmascara a hipocrisia deles). 

Jesus pede a um fariseu uma moeda com a efígie e a inscrição de César, na qual se declarava que César era deus, sabendo que possuir uma moeda daqueles infringia dois mandamentos (Êxodo 20.3-4).

Ao final da estrava da vida, algum dia, todos nós, provavelmente chegaremos ao mesmo lugar, mas os que derem boas risadas ao longo do caminho desfrutarão melhor a jornada e chegarão mais revigorados.

JAFÉ



Jafé sempre aparece na lista como o terceiro dos filhos de Noé depois de Sem e Cam. Alguns estudiosos acreditam que ele poderia ter sido o mais velho, porque seus filhos são os primeiros que aparecem na lista da genealogia de descendentes de Noé (Gn 10). 

De acordo com a tradição bíblica antiga, Sem foi o antecessor de todos os povos semitas; Cam dos povos africanos ou camitas; e Jafé de todas as nações restantes (os primeiros hebreus desconheciam as raças asiáticas do Oriente). 

Sem talvez tenha sido o primeiro a ser citado porque era o antecessor dos judeus, não por ser o mais velho. Dos três, Jafé é o que recebe menos atenção na Bíblia.

Depois menos as águas do dilúvio baixaram e a família de Noé estava se restabelecendo, Noé preparou um lote de vinho e se embriagou. Ficou nu em sua tenda (uma abominação para o judeus antigos), e Cam entrou na tenda e o viu.

Em vez de desviar os olhos e cobrir seu pai, ele saiu e contou o acontecido a Sem e Jafé, que entraram na tenda e cobriram Noé. Por causa das ações de Cam, Noé amaldiçoou os descendentes de Cam, dizendo que seriam escravos de Sem e Jafé. 

Abençoou Sem e Jafé, orando para que Deus ampliasse o território de Jafé e para que ele sempre fosse bem acolhido nas tendas de Sem (Gn 9.25 em diante).

Embora Sem e Cam sejam mencionados em muitas passagens, Jafé não é mencionado em nenhuma outra passagem na Bíblia, senão na genealogia de Noé em 1Crônicas (1.4 em diante).