
Para desenvolver uma fé completo no sustento diário dado por Deus, é necessário passar por provações frequentes. A provisão dada pelo Senhor a sues servos é ilustrada na Bíblia pelo conselho dado por Eliseu à viúva de um profeta (2Rs 4.1-7). Paulo também ensinou que o trabalhador é digno de seu salário (1Tm 5.18), mas o povo de Deus, frequentemente, falhava nisso ou era muito pobre para fornecer o sustento suficiente.
A lei mosaica responsabilizava Arão, o sumo sacerdote de Israel, e sua tribo de Levi de cuidar de todos os aspectos do culto comunitário. Os sacerdotes levitas deviam representar Deus para o povo até que a Lei fosse cumprida em Cristo. Isso exigia uma vida de santidade. Suas esposas eram escolhidas entre as virgens (Lv 21.7,13). A Lei do Sinai providenciou sustento para os sacerdotes e para suas famílias de maneira adequada (Nm 18.8-20), mas, nos anos seguintes, a pobreza e a decadência espiritual ficaram registradas. Malaquias denuncia fortemente o divórcio e a degeneração pessoal entre os sacerdotes (Ml 2.11). Ao escrever para próprio necessárias à vida das esposas dos líderes espirituais (1Tm3.11-12).
O estilo de vida das igrejas modernas ainda pede um alto nível de compromisso da mulher que serve como esposa de pastor. Equilibrar casamento, casa e família com devoção exemplar e dedicação ao ministério requer um espírito de equipe altruísta e de zelosa compaixão pela causa de Cristo.
Fonte: "A Bíblia da Mulher" / editora SBB e MC - pág. 174
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