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terça-feira, 10 de março de 2020

AS DEZ PRAGAS

Estas terríveis pragas tiveram por fim levar Faraó (Faraó, era o título dado ao monarca do Egito) a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, estando o seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito (Ex 9.16; 1Sm 4.8) cujos habitantes deveriam ser julgados pela sua crueldade e grosseira idolatria. 

1 – Águas em Sangue:
Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror. (Ex 7.14…)

2- A praga das rãs:
Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao Sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração nas suas intumescências. O repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Ex 8.1…)

3- Piolhos:
A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum parasitos pudessem achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo obrigados a confessar que estava ali o “dedo de Deus” (Ex 8.19).

4- Moscas:
As três primeiras pragas sofrem-nas os egípcios juntamente com os israelitas, mas por ocasião da separou Deus o povo que tinha escolhido (Ex 8.20-23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos, adorados no Egito.

5- Peste no gado:
A quinta praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina (Ex 9.1). Outra vez é feita uma distinção entre os egípcios e os seus cativos. O gado dos primeiros é inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso.

6- Úlceras e tumores:
(Ex 9.8) A sexta praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra um monarca obstinado, de coração pérfido. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas; com efeito, tendo ele arremessado no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recorda aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença.

7- A Saraiva:
(Ex 9.22) Houve, com certeza. algum intervalo entre esta e a do nº 6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião um salutar temor de Deus de Israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva. (Ex 9.20).

8- Os gafanhotos:
Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó pediram com instância ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhes ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Ex 10.7). Faraó cedeu até certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens; mas mesmo isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e Arão (Ex 10.7-11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez prometeu o monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra.

9- Três dias de escuridão:
A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Ex 10.21). Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo contudo, ficar o gado. Moisés, porém rejeitou tal solução. Sendo dessa forma a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Ex 10.24-11.8). Afastou-se Moisés irritado da presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Ex 11.9,10).

10- A morte dos primogênitos:
Foi esta a última e decisiva praga (Ex 11.1). E foi, também, a mais claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. Os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas.

Dicionário Bíblico Universal

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

OS DEVERES MUTUOS DO CASAMENTO

Os deveres mútuos do casamento diz respeito à convivência real de duas pessoas independentes e diferentes que se uniram com os mesmos propósitos e ideais, o sucesso do matrimônio, depende de busca do consenso, da boa vontade, do diálogo constante e da tolerância, é o desejo de convivência que impõe responsabilidade, para marido e mulher.

Fidelidade.

Ser fiel nas múltiplas relações matrimoniais e consolidar a própria base da sociedade, a fidelidade não pode se limitar apenas ao sexo, se não é ilusória e morta, o casal deve ser fiel em tudo o que se relaciona ao matrimônio; convivência social, sexo, educação dos filhos, religião, profissão, finanças, alegrias e tristeza.

Afeição.

O lar deve ser uma central terapêutica de amor, o amor pode crescer ou definhar, depende dos dois, preste atenção, o amor é como um jardim, se você não cultiva, se você não rega, se você não cuida ele morre, o amor é como uma fogueira acessa, a um versículo em provérbios que diz “Sem lenha o fogo se apaga” por isso o amor precisa ser nutrido, alimentado.

Cooperação

Você sabe o que significa cooperar? Significa operar junto. Cooperação é o terceiro pilar significativo para o bom funcionamento da relação de casal. O cônjuge sozinho não pode garantir o bom funcionamento do matrimônio, nenhum outro relacionamento deve separar o casal, mas sim unir, isso tem haver com igreja, amigos, família de origem e outros relacionamentos.

Você sabe quais são as duas palavras mais poderosas na vida de casal, tentar acertar, alguns falariam: amor e respeito, não! Perdão e misericórdia também não.

As duas palavras mais poderosas na vida de um casal é CONTA COMIGO, isso tem a ver com cooperação.

Tolerância.

A convivência matrimonial é o meio ideal para se aprender a flexibilidade e tolerância. É fundamental que o cônjuge aprenda a respeitar a opinião dos outros. São os pontos vista divergentes entre os cônjuges que dão validade para resolver os desafios do dia a dia as opiniões diferentes quando respeitadas, não levam ao desastre, mas sim enriquecem o que aprendi a conviver com elas.

Submissão.

A submissão mútua é um aspecto negligenciado na ética cristã, a luz da palavra de Deus os cônjuges devem subordinar-se um ao outro, Efésios 5.21 diz assim: “Sujeita-vos uns aos outros em amor”; eu acho muito legal quando pergunto para um casal, quem é que manda lá? A mulher responde: eu, não ou o marido diz: eu, não. É muito legal, as vezes eu pergunto assim para alguns casais: Na sua casa quem manda? Ai então ela e ele diz: lá em casa quem manda é o amor.

Sempre que o amor é quem manda, quem determina, cada um cumpre muito bem o seu papel, aí então o casal cresce de forma saudável, e sustentável.
O próximo dever mútuo no casamento é:

Diálogo.

Diálogo franco e sincero, o matrimônio vive do diálogo dos cônjuges, o silêncio pode se tornar uma arma terrorista que destrói o lar, o silêncio pode ser uma forma de expressar a indiferença e isso mata, o contrário de amor não é ódio é indiferença.

Não deixe bloquear os canais de comunicação, a vida do casamento passa por eles, sem diálogo não há casamento saudável. Vou repetir o que eu digo sempre: O divórcio sempre é precedido pela morte do diálogo.

Perdão.

O perdão é a humildade para admitir erros e prontidão para confessar pecados num diálogo aberto são os elementos especificamente cristãos que enriquece o matrimônio, e o tornam uma verdadeira escola de fé, arrependimento e perdão. Hoje eu entendo o por que Jesus deu aquela resposta para Pedro, quando Pedro perguntou: até sete vezes eu devo perdoar meu irmão? E Jesus disse: Não Pedro, não é até sete vezes, mas setenta vezes sete, ou seja, 490 vezes por dia. Sem perdão é impossível conviver.

Casamento é para quem aprendeu a arte de perdoar, o perdão sustenta o diálogo, o diálogo sustenta a unidade e é na unidade do casal que está a força.

Deus abençoe você, Deus abençoe sua família, Deus abençoe sua casa. Lembre-se nenhum sucesso justifica o fracasso de uma família ou de um casamento. Você nasceu para vencer!  

PrJosuéGonçalves

domingo, 16 de fevereiro de 2020

LIDER HUMILDE X ARROGANTE

Líderes humildes tendem a compartilhar seus recursos, quer na penúria, quer na abundância. Líderes arrogantes tendem a amealhar seus recursos, não dispostos a compartilhar, a menos que recebam algo em troca.

Líderes humildes tendem a ser construtores de pontes, recusando-se a demonizar ou negligenciar o “outro”. Líderes arrogantes tendem a operar sozinhos, recusando-se a fazer parceria com outras pessoas — especialmente aqueles que têm opiniões diferentes.

Líderes humildes tendem a ignorar as fofocas, sendo sábios o suficiente para saber que sempre há um outro lado na história. Líderes arrogantes tendem a espalhar e se divertir com fofocas, sempre querendo ouvir o pior dos outros para se sentirem melhor.

Líderes humildes tendem a ser os apoiadores do rei, sem clamarem para se tornarem reis. Líderes arrogantes tendem a buscar atenção, preferindo queimar pontes ou chegar com armas nas mãos se não conseguirem aquilo que querem.

Líderes humildes tendem a celebrar as realizações dos outros e não as suas. Líderes arrogantes tendem a desconsiderar as realizações de outras pessoas se isso não servir à sua agenda.

Líderes humildes tendem a dar o benefício da dúvida, sabendo que ninguém está sempre no seu melhor. Líderes arrogantes tendem a presumir o pior, incapazes de ver as traves em seus próprios olhos.

Líderes humildes tendem a apreciar nuances, pois sabem que já se enganaram muitas vezes. Líderes arrogantes tendem a ver tudo em preto ou branco, não dispostos a considerar opiniões contrárias.

Líderes humildes tendem a ser empáticos, muitas vezes priorizando as pessoas em detrimento de idéias. Líderes arrogantes tendem a ser rígidos, incapazes de receber críticas construtivas.

Líderes humildes tendem a dar boas-vindas à prestação de contas, pois sabem o quanto necessitam disto. Líderes arrogantes tendem a rejeitar a prestaçāo de contas, considerando isto um incômodo ou perda de tempo.

Líderes humildes tendem a reconhecer seus erros, pois sabem que estão longe de serem perfeitos. Líderes arrogantes tendem a culpar os outros por suas falhas ou fracassos, sem disposição para reconhecer suas próprias tendências pecaminosas.

Moses Y. Lee

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

NÃO DESISTA NUNCA...

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, dormindo apenas quatro horas por dia. Dorme ali mesmo, entre um pequeno torno e algumas ferramentas espalhadas. Para poder continuar seus negócios, empenha sua casa e as jóias da esposa. 

Quando, finalmente, apresenta o resultado de seu trabalho a uma grande empresa, recebe a resposta que seu produto não atende o padrão de qualidade exigido. O homem desiste? Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da chacota de seus colegas e de alguns professores, que o chamam de "louco". O homem fica ofendido? Não! Dois anos depois de haver concluído o curso de Qualidade, a empresa que o recusara finalmente fecha contrato com ele. 

Seis meses depois, vem a guerra. Sua fábrica é bombardeada duas vezes. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa. Você pensará, é claro: bom, agora sim, ele desiste! Mais uma vez, não! Imediatamente após a guerra há uma escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar alimentos para sua família. Ele entra em pânico e decide não mais continuar seus propósitos? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem as chamadas "bicicletas motorizadas". A demanda por motores aumenta e logo ele não conseguiria atender todos os pedidos! Decide montar uma fábrica para a novíssima invenção. 

Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia parece excelente, consegue ajuda de 3.500 lojas, as quais lhe adiantam uma pequena quantidade de dinheiro... Hoje, a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística! Esta conquista foi possível porque o Sr. Soichiro Honda, o homem de nossa história, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente. Em nossas vidas... Quantos de nós, desistimos por muito menos? Quantas vezes o fazemos antes de enfrentar minúsculos problemas? Todas as coisas são possíveis, quando sustentadas por um sonho e valores consistentes. Tome a decisão de um vencedor... Jamais desista!!! Vai desistir??? Pense bem!!!!

* O General Douglas MacArthur foi recusado na Academia Militar de West Point, não uma vez, mas duas. Quando tentou pela terceira vez, foi aceito e marchou para os livros de história. 

* O superstar do basquete, Michael Jordan, foi cortado do time de basquete da escola. 

* Em 1889, Rudyard Kipling, famoso escritor e poeta, recebeu a seguinte resposta do jornal San Francisco Examiner : "Lamentamos muito, Sr. Kipling, mas o senhor não sabe usar a língua inglesa." * Winston Churchill repetiu a sexta série. Veio a ser primeiro ministro da Inglaterra somente aos 62 anos de idade, depois de uma vida de perdas e recomeços. Sua maior contribuição aconteceu quando já era um "cidadão idoso". 

* Os pais do famoso cantor de ópera italiano, Enrico Caruso, queriam que ele fosse engenheiro. Seu professor disse que ele não tinha voz e jamais seria cantor. 

* Albert Einstein não sabia falar até os 4 anos de idade, e só aprendeu a ler aos 7. Sua professora o qualificou como "mentalmente lerdo, não-sociável e sempre perdido em devaneios tolos". Foi expulso da escola e não foi admitido na Escola Politécnica de Zurique. 

* Louis Pasteur foi um aluno medíocre na escola. Dentre 22 alunos, ficava em 15° lugar. 

* Em 1944, Emmeline Snively, diretora da agência de modelos Blue Book Modeling, disse à candidata Norman Jean Baker ( Marilyn Monroe) : "É melhor você fazer um curso de secretariado, ou arrumar um marido".

* Ao recusar um grupo de rock inglês chamado The Beatles, um executivo da Decca Recording Company disse : "Não gostamos do som. Esses grupos de guitarra já eram" 

* Em 1954, Jimmy Denny, gerente do Grand Ole Opry, despediu Elvis Presley no fim da primeira apresentação, dizendo : "Você não tem a menor chance, meu filho. Melhor continuar motorista de caminhão".

* Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone, em 1876, não tocou o coração de financiadores com o aparelho. O Presidente Rutheford Hayes disse: "É uma invenção extraordinária, mas quem vai querer usar isso ?" 

* Rafer Johnson, campeão de decatlo, nasceu com um pé torto. 

* Thomas Edison fez duas mil experiências para conseguir inventar a lâmpada. Um jovem repórter perguntou o que ele achava de tantos fracassos. Edison respondeu : "Não fracassei nenhuma vez. Inventei a lâmpada. Acontece que foi um processo de 2.000 passos." 

* Aos 46 anos, após anos de perda progressiva da audição, o compositor alemão Ludwig van Beethoven ficou completamente surdo. No entanto, compôs boa parte de sua obra, incluindo três sinfonias, em seus últimos anos.

Autor: Desconhecido

sábado, 30 de novembro de 2019

PEDRO VALDO

Antes da Reforma, alguns grupos de cristãos se opuseram ao caminho que a Igreja Católica tomava. Um desses grupos foi o dos valdenses, fundado por um mercador francês que estava descontente com a igreja medieval.

Certo dia, Pedro Valdo ouviu um trovador viajante cantar sobre um jovem rico que deixara sua família, e, anos mais tarde, voltou para casa, mas estava tão malvestido e desnutrido que sua família não conseguiu reconhecê-lo. Somente no leito de morte revelou sua verdadeira identidade. Ele viveu entre os pobres e enfrentou a morte alegremente, feliz por se encontrar com o Deus que sorria para os menos favorecidos.

Profundamente tocado pela história, Valdo agiu rapidamente. Separou uma quantia de dinheiro suficiente para a esposa, colocou as duas filhas em um convento e doou o restante das posses aos pobres. Contratou dois sacerdotes para traduzir a Bíblia para o francês e começou a memorizar longas passagens bíblicas. A seguir, saiu para ensinar sobre Cristo ao povo.

Embora os monges e as freiras pregassem e ensinassem a pobreza e a autonegação — a despeito, muitas vezes, de sua incapacidade de manter esses votos — a igreja via isso como algo que apenas eles precisavam praticar. Poucos esperavam que a pessoa comum vivesse uma vida religiosa profunda.

Valdo e seus seguidores — que chamavam a si mesmos “pobres de Lião” — acreditavam que Jesus queria que seus ensinamentos fossem colocados em prática por todas as pessoas. Saindo de dois em dois, os valdenses visitavam os mercados, falavam com as pessoas e lhes ensinavam o Novo Testamento.

O contraste entre a igreja e esses pregadores ficou bem aparente para o arcebispo de Lião. Ele ordenou que parassem de fazer aquilo. Valdo citou o apóstolo Pedro: “É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!” (At 5.29). Embora o arcebispo tivesse excomungado Valdo, isso não o impediu nem tampouco o movimento que mantinha seu nome de prosseguir em suas atividades. Os valdenses apelaram ao papa Alexandre. Embora estivesse ocupado com o Concilio de Latrão (1179), aqueles homens — que caminhavam “de dois em dois, descalços, vestidos com, roupas simples, que não possuíam nada e mantinham todas as coisas em comum, como os apóstolos” — impressionaram o papa. Contudo, pelo fato de serem leigos, o papa não podia permitir que pregassem sem a aprovação de um bispo; algo que, dificilmente, conseguiriam.

Fundamentados nas palavras de Atos, dos apóstolos, Valdo e seus seguidores continuaram a pregar e acabaram por ser excomungados pelo papa Lúcio II, em 1184.

Os valdenses não ensinavam heresias, a despeito das afirmações que a igreja fez contra eles. Eram ortodoxos, mas, pelo fato de estarem fora da estrutura da igreja, os seguidores de Valdo não puderam obter a aprovação da hierarquia eclesiástica. Na Idade Média, para os clérigos, qualquer pessoa que estivesse fora da igreja era considerada herege.

Muitos cristãos franceses e italianos, desanimados com a igreja que havia se mundanizado, voltaram-se para os valdenses, que ensinavam o sacerdócio de todos os crentes. Eles rejeitavam as relíquias, as peregrinações e as parafernálias, como a água benta, a vestimenta dos clérigos, os dias santos e outros dias de festa, assim como o purgatório. Para eles, a comunhão não precisaria ser celebrada todos os domingos; os pregadores valdenses falavam diretamente às pessoas e liam a Bíblia para elas em sua língua.

Em 1207, o papa Inocencio se dispôs a receber os valdenses de volta se eles se submetessem às autoridades da Igreja Católica. Muitos retornaram, mas outros não, e, em 1214, o papa os condenou como hereges e pediu sua supressão. A Inquisição fez o melhor que pôde para eliminá-los.

Apesar de tudo isso, os valdenses prosseguiram. Eles se espalharam por toda a Europa. Quando houve a Reforma, foram calorosamente recebidos pela maioria dos protestantes. Hoje em dia, eles se consideram protestantes também. Os valdenses são uma lembrança viva de que, a despeito dos momentos obscuros da história da igreja, novos movimentos para corrigir a direção sempre surgiram dentro dela mesma.

Fonte:A. Kenneth Curtis, J. Stephen Lang, Randy Petersen.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

ISRAEL - A TERRA SANTA - O SOLO SAGRADO.

Uma Historia de desafios e Grandes Conquistas!

INTRODUÇÃO

Quando lemos a Bíblia, deparamo-nos com centenas de nomes de lugares da Terra Santa, onde desenvolveu-se a maravilhosa História da Salvação. Movidos por irreprimível curiosidade, desejamos conhecer tudo isso "in lo­co". Nem sempre, porém, é possível fazê-lo.

- E por que não visitá-los, então, espiritualmente?

Apelemos, pois, à Geografia Bíblica. Nas asas de suas minuciosas e exatas descrições, voemos a Israel. Palmilhemos os lugares percorridos pelos patriarcas, profetas e apóstolos.

I - A HISTÓRIA DE ISRAEL COMEÇA NO CRESCENTE FÉRTIL

O Crescente Fértil, não obstante sua vital importância à História da Salvação, é um insignificante retângulo localizado na Ásia Ocidental. Encerrando uma área de 2.184.000 km , representa apenas a 234ª parte da superfície da Terra. Essa região estende-se em forma semicircular entre o Golfo Pérsico e o Sul da Palestina.

A história dessa região pode ser resumida em uma série de lutas entre os habitantes das serranias e as tribos nômades do deserto. Todos queriam apossar-se dessas fertilíssimas terras. O lado oriental dessas místicas paragens serviu de berço à humanidade e de cenário à primeira civilização. Em suas grandes depressões, ascenderam e caíram os impérios dos amorreus, assírios, caldeus e persas.

No Crescente Fértil, conhecido, também, como Mesopotâmia (literalmente "entre rios"), floresceram duas grandes civilizações: ao norte, a Assíria; ao Sul, a Babilônia ou ('aldeia. Os rios Tigre e Eufrates cercam esse misterioso território, ocupado, atualmente, pelo Iraque. O Jardim do Éden, segundo a narrativa bíblica, localizava-se nas nascentes de ambos os rios.

Foi em Ur dos Caldeus, uma das mais progressistas e desenvolvidas cidades do Crescente Fértil, que teve início a história de Israel. Tudo começou com a chamada de Abraão, o pai do povo escolhido.

II - VAMOS A ISRAEL?

A partir de agora, portanto, voaremos à Terra Santa. Será uma viagem muito interessante. Percorreremos planícies. Visitaremos cidades. Entraremos em Jerusalém, a cidade do Grande Rei. Mergulharemos no rio Jordão. Subiremos aos montes. Enfim, à semelhança dos espias de Josué, reconheceremos o solo sagrado, do qual mana leite e mel.

O solo sagrado por excelência

Uma nação paupérrima territorialmente, assim é Israel, um dos menores países do mundo. Em seu exíguo solo, entretanto, desenrolou-se todo o nosso drama espiritual. Terra mística e abençoada, serviu de berço a patriarcas, profetas, juízes, reis, sábios e justos. Guardada pelo Todo-poderoso, acolheu em seus áridos regaços o Salvador da humanidade.

Não obstante suas acanhadas possessões geográficas. a Terra Santa sempre foi um pomo de discórdia entre os homens. Localizada no centro do globo, torna-se, a cada dia, mais polêmica. Todos preocupamo-nos com o seu futuro. Em seu amanhã, está o nosso porvir!

Com a criação do Estado de Israel, em 1948, a herança abraâmica centrou-se, mais visivelmente, em nossos estudos escatológicos. Divisamos, no renascimento do minúsculo país semita, a aproximação da volta de Cristo.

Vale a pena, portanto, conhecer a geografia das terras pisadas pelo meigo .Jesus. Israel é o solo sagrado por excelência.

I - NOMES DE ISRAEL

Tanto na história sagrada, como na secular, a Terra de Israel recebeu várias designações. Cada nome por ela recebido encerra um drama vivido pelo povo de Deus. Desde a Era Patriarcal até os nossos dias, as mais variadas nomenclaturas têm sido dadas ao território israelita. Para os hebreus, entretanto, o seu sagrado solo nunca deixará de receber esse carinhoso tratamento: Terra Prometida.

1 - Canaã

Após a dispersão da humanidade, ocorrida quando da construção da Torre de Babel, os descendentes de Canaã. filho de Cara e neto de Noé, fixaram-se nas terras que seriam entregues a Abraão. Isso ocorreu há mais de dois mil anos antes de Cristo. Nessas paragens, conhecidas por sua fertilidade e riquezas naturais, os cananeus multiplicaram-se sobremaneira.

Esse país, a partir de então, passou a ser conhecido como Canaã, o mais antigo nome do território israelita. Eis o significado literal desse nome: "habitantes de terras baixas". Tendo em vista essa etimologia, concluímos: os cananeus adoravam as planícies!

Os descendentes de Canaã, depreendemos das Sagradas Escrituras, dominavam do Mediterrâneo ao rio Jordão.

Com o passar dos séculos, Canaã passou a ter uma conotação poética. Lembra esse nome aos judeus, "...uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel" (Ex 3.8).

2 - Terra dos Amorreus

O território que Deus entregou aos judeus era conhecido na antiguidade, também como Terra dos Amorreus. Essa designação é encontrada tanto no Antigo Testamento, como nos escritos profanos. E um dos mais antigos nomes da Terra Santa.

3 - Terra dos Hebreus

De conformidade com a árvore genealógica de Sem, os israelitas são descendentes de Héber. O território judaico, por esse motivo, era conhecido, ainda como Terra dos Hebreus. Nesses rincões, os santos patriarcas forjaram a nacionalidade hebraica e deram corpo e colorido ao seu idioma.

A palavra hebreu, entretanto, segundo alguns exegetas, pode significar, de igual modo, "o que vem do outro lado, ou do além". Trata-se de uma referência à peregrinação abraâmica, de Ur a Canaã. Todavia, preferimos a primeira explicação, por estar mais de acordo com os reclamos da língua hebraica.

4 - Terra de Israel

Sob o comando de Josué, os israelitas tomaram Canaã, no Século XV a.C. A partir de então, passaram as possessões cananeias a ser designadas desta forma: Terra de Israel. Não há nomenclatura tão apropriada como essa! Ela encerra a maioria das promessas divinas a Abraão e compreende a essência das realizações terrestres do Milênio.

Esse é o nome mais comum da Terra Santa. Encontramo-lo, com freqüência, no Antigo Testamento. Constitui-se, ainda, em um perpétuo memorial: Esse território é de propriedade permanente do povo de Israel! Quer os gentios admitam ou não, a terra que mana leite e mel pertence à progênie abraâmica.

Após o cisma do reino salomônico, essa nomenclatura passou a designar, apenas, as terras ocupadas pelas 10 tribos do Norte, comandadas pelo idolatra e profano Jeroboão. Com os exílios, a Terra de Israel torna-se um nome esquecido. Durante mais de dois mil anos, o território israelita recebeu as mais vexatórias alcunhas. No entanto, com a criação do moderno Estado de Israel, todo o escárnio que pesava sobre os descendentes de Jacó foi tirado. Hoje, quando viajamos àquelas sagradas paragens, dizemos embevecidos: "Vou à 'Ferra de Israel."

5 - Terra de Judá

Depois de vencer os cananeus, .Josué passou a dividir a Terra da Promessa. Coube à tribo de Judá. uma herança localizada no Sul dessas inebriantes possessões. O território herdado pelo mais intrépido e bravo filho de Israel ficou conhecido como Terra de .Judá.

Contudo, após o cisma do reino davídico, ocorrido no ano 931 a.C, essa designação passou a incluir, também, as terras ocupadas pela tribo de Benjamim.

Terminado o cativeiro babilônico, em 538 a.C. o povo de Judá retorna à sua herança, sob o comando de Zorobabel. Inspirados pela liderança eficaz de Neemias, pela erudição de Esdras, pelo zelo sacerdotal de -Josué e pelo fervor profético de Ageu e Zacarias, os judeus reorganizam-se nacionalmente.

A partir desse renascimento parcial da soberania hebraica, as possessões abraâmicas passaram a ser designadas como Terra de Judá. E, seus habitantes, conseqüentemente, começaram a ser chamados de judeus.

6 - Terra Prometida

No Século XX a.C, Deus fez a seguinte promessa a Abraão: "Sai-te da tua terra, e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Assim partiu Abrão, como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos, quando saiu de Harã" (Gn 12.1-4).

Com essa sublime promessa de Deus a Abraão, o território israelita passou a ser conhecido como Terra Prometida. Esse nome, poético e trágico, evoca as mais elevadas recordações na peregrina alma do povo escolhido. Por causa desse chão de promessas, os israelitas, há mais de dois mil anos longe de seu lar, instalam-se em sua terra e provam estar a bênção abraâmica mais atual do que nunca.

7 - Terra Santa

Zacarias, um dos mais escatológicos profetas do Antigo Testamento, vaticinou: "Exulta, e alegra-te. ó filha de Sião. porque eis que venho, e habitarei no meio de ti. diz o Senhor. E naquele dia, muitas nações se ajuntarão ao Senhor, e serão o meu povo: e habitarei no meio de ti. e saberás que o Senhor dos Exércitos me enviou a ti. Então o Senhor possuirá a Judá como sua porção na terra santa, e ainda escolherá .Jerusalém" (Zc 2.10-12).

Não obstante as guerras, os embates políticos e os conflitos sociais, Israel é conhecido como a Terra Santa. Os judeus veneram-na como o solo de seus antepassados e o terreno de sua milenar esperança. Têm-se os cristãos como o berço do Salvador e o regaço da regeneração da raça humana. Para os árabes, trata-se de um campo etéreo e permeado de mistérios celestiais.

Em pleno alvorecer do Terceiro Milênio, milhares de caravanas judaicas, cristãs e árabes rumam à Terra Santa. Nenhum outro país é tão místico quanto Israel! Visitá-lo constitui-se no sonho de milhões de seres humanos.

8 - Palestina

Israel é conhecido, também, como Palestina. Esse nome é oriundo da palavra Filistia, que designava a faixa de terra habitada pelos antigos filisteus, localizada no Sudeste de Canaã, ao largo do mar Mediterrâneo. Esse povo era ferrenho inimigo dos hebreus e causou muitas dificuldades aos primeiros monarcas israelitas.

No período neo-testamentário, o historiador Flávio Josefo cognominou todo o território israelita de Palestina. Desde o domínio romano até a fundação do Estado de Israel, em 12 de maio de 1948, a terra dos judeus era conhecida em todo o mundo como Palestina. Atualmente, contu­do, o nome de Israel tornou-se. novamente, predominante.

II - LOCALIZAÇÃO

A Terra de Israel está localizada no continente asiático, a 30* de latitude Norte. Em toda a sua extensão ocidental, é banhada pelo mar Ocidental. Tendo em vista o seu posicionamento estratégico, constituiu-se, segundo Oswaldo Ronis, "num centro de gravidade para o mundo e as civilizações da antiguidade."

Acrescenta Ronis: "Do ponto de vista comercial, ficava na rota obrigatória do tráfego entre o Oriente e o Ocidente, bem como entre o Norte e o Sul; e, do ponto de vista político, igualmente passagem inevitável dos exércitos conquistadores das grandes potências ao seu redor, razão pela qual estas se interessavam por sua conquista e fortificação. Daí as devastações sofridas pela Palestina em repetidas ocasiões da sua história."

III - LIMITES BÍBLICOS

Ao norte, limita-se a Terra de Israel com a Síria e a Fenícia. Ao leste, com partes da Síria e o deserto arábico. Ao sul, com a Arábia. A oeste, com o mar Mediterrâneo.

Esses limites, entretanto, variavam de acordo com as tendências políticas e os movimentos militares de cada época. Constantemente, os israelitas tinham o seu território alargado ou diminuído. No tempo de Salomão, por exemplo, as fronteiras de Israel dilataram-se consideravelmente. Depois de sua morte, contudo, as possessões hebraicas foram diminuindo, até serem absorvidas pelos grandes impérios.

IV - LIMITES ATUAIS

O moderno Estado de Israel limita-se ao norte, com o Líbano; a leste, com a Síria e a Jordânia; ao sul, com o Egito; e, a oeste, com o mar Mediterrâneo. De exíguas dimensões, sua área não chega a 22.000 km. Como já dissemos, é um dos menores países do mundo.

No entanto, as fronteiras do território hebraico foram sobremodo alargadas durante a Guerra dos Seis Dias, ocorrida em junho de 1967. Depois desse conflito, os limites israelenses foram dilatados em aproximadamente 400 por cento.

Obras Consultadas
A Bíblia anotada por Dake
A Terra Santa em Cores - por Sami Awwad
A vida diária nos tempos de Jesus - Henri Daniel - Rops
Antigüidades Judaicas - Flávio Josefo
Assim vive Israel - Abraão de Almeida
Através da Geografia Bíblica, uma viagem à Terra de Deus - Wl Jl Goldsmith Dicionário da Bíblia - John Davis
Dicionário da Língua Portuguesa - Aurélio Buarque de Holanda
Dicionário Universal da Bíblia - Buckland
Enciclopédia Barsa
Enciclopédia de Assuntos Judaicos
Enciclopédia Mirador
Este é Israel - Marcos Margulies
Geografia Bíblica - Enéas Tognini
Geografia Bíblica - Osvaldo Ronis
Geografia Histórica da Bíblia - Netta Kenp de Monney
Geografia da Terra Santa - Enéas Tognini
História do Cristianismo - A. Knight
História Geral - Souto Maior
História da Grécia - Mario Curtis Giordani
História da Igreja Cristã - Jesse Lyman Hurbbut
História de Israel - Abba Eban
História de Israel - Samuel Shultz
História do povo de Israel - Simon Dubnowv
Iniciação à Economia - Silvio Barreti
Manual Bíblico - Henry Halley
Novo Dicionário da Bíblia - Edições Vida Nova
O Mundo do Novo Testamento - Dana Pequena
Enciclopédia Bíblica - Orlando Boyer
Período Interbíblico - Enéas Tognini
Povos e Nações do Mundo Bíblico - Antônio Neves de Mesquita

Fonte: Geografia Bíblica - Claudionor de Andrade - CPAD-1987

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

AS DEZ PRAGAS E SUAS LIÇÕES (Números 33:4)

- As conhecidas dez pragas que o Senhor derramou sobre o Egito, não tinha apenas o propósito de punir Faraó e seu povo, mas, sobretudo publicar em alto e bom som 
- Que Ele Jeová, é o único Deus Verdadeiro. Números 33:4, nos declara: ...E HAVENDO O SENHOR EXECUTADO OS SEUS JUÍZOS nos seus deuses.
- Observemos que em cada praga vemos o julgamento do Senhor sobre os deuses falsos do Egito:

1ª. praga – Águas tornam-se em sangue
– Segundo a crença do egipcios - ISIS E OSIRES eram os deuses que protegiam as águas do Nilo

2ª. praga – a das Rãs
– ÁTOR, um deus que tinha cara de sapo.

3ª. praga – Piolhos
– SEBE, os egipcios criam que este deus era o deus da terra. Que tinha o poder de abençoar o solo egipicio.

4ª. praga – Moscas
– ESCARABIANO era um deus egipcio que tinha a forma de uma grande mosca.

5ª. praga – Peste nos animais
– ÁPIS o deus egipcio que tinha forma de boi.

6ª. praga – Úlceras no povo
– TIFON, este deus era tido para o povo egipcio por muitas era, como o deus da saúde.

7ª. praga – Chuva de saraiva e fogo
– SHOR, esta deusa era venerada como a deusa da atmosfera, com poderes de abençoar os ares do Egito.

8ª. praga – Nuvem de gafanhotos
– SARAPIA, adorado como o deus da agricultura, que segundo eles protegia a lavoura egipcia.

9oª. praga – Trevas
-RA, desde priscas eras, venerado como o deus sol.

10ª. praga – Morte do primogênitos – declara a impotência de Faraó (tido também em todas as dinastias dos Faraós, como deus no Egito).

PrMarcosAntonio