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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

HABACUQUE...

1. O LIVRO E O PROFETA
a. Não é difícil perceber uma semelhança entre Habacuque e Jó quanto ao que ambos pensavam a respeito de deus e de si mesmos.
b. Habacuque primeiro reclama, depois ora, finalmente adora.
c. Habacuque jamais entendeu tudo, mas finalmente agradeceu a Deus por tudo.
d. Uma palavra-chave do final do livro é AINDA

2. A SITUAÇÃO NO TEMPO DO PROFETA
a. Era uma época de apostasia coletiva
b. Era uma época de terrível sofrimento
c. Era uma época de paganismo e idolatria.
d. Era uma eóca em que Deus havia anunciado que usaria a pagã Babilônia para punir o povo de Israel

3. UM RESUMO DA VISÃO DIVINA DE HABACUQUE
a. Deus nunca muda, Malaquias 3.6; Hebreus 13.8; Tiago 1.17
b. Deus nunca falha, I Corintios 1.9. I Pedro 1.3,4
c. Deus nunca erra, Gênesis 18.25; Jeremias 29.11; Romanos 8.28
d. Deus nunca perde, Salmos 27.1; Filipenses 4.13; II Corintios 12.9

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

São poucos os ceifeiros (Mateus 9:37)

- Vivemos nos últimos tempos: tempos de crise espiritual, moral e social, que projeta-se também na Igreja do Deus vivo.
- Já não existem obreiros para atender à obra do Senhor, pois poucos querem ser como os ceifeiros da Bíblia.

• O ceifeiro Abraão que saiu de sua parentela, crendo no invisível;
- Hoje os ceifeiros não querem abandonar as famílias pela obra (Gênesis 12:15)

• O ceifeiro Noé, que foi justo em um mundo injusto.
- Hoje os ceifeiros querem viver como o mundo vive (Gênesis6:9).

• O ceifeiro Eliseu, que matou os bois e seguiu a Deus (I Reis 19:19-21).
-Hoje os ceifeiros não querem abandonar seus altos e rendosos cargos.

• O ceifeiro Jacó que trabalhou duramente para obter sua riqueza (Gênesis 30:21).
- Hoje os ceifeiros não querem trabalhar "duramente", querem facilmente.

• O ceifeiro Daniel que se absteve do manjar do rei (Daniel 1:8-16).
- Hoje os ceifeiros, quanto mais amigos do rei melhor, mais influência podem ter. Quem dera fosse o Rei dos reis.

• O ceifeiro Paulo que não teve a sua vida por preciosa (Filipenses 1:21).
- Hoje o ceifeiro visa primeiro a sua vida e depois a do próximo;

• O ceifeiro Pedro que, mesmo tendo negado, não se apartou da fé. (Mateus 26:69-75).
- Hoje, muitos ceifeiros têm negado e se afastado da fé.

• O ceifeiro Estêvão, que não negou falar a verdade diante dos homens.
- Hoje, muitos ceifeiros não falam a verdade, abrigando-se debaixo do argumento: Não vivemos mais naqueles dias (Atos 7:59).

• O ceifeiro Moisés, que levou o povo até onde for possível (Deuteronômio 34:5-7).
- Hoje, os ceifeiros abandonam o povo no deserto por qualquer motivo.

Conclusão:
- Estes são alguns motivos pelos quais há tão poucos obreiros, ceifeiros.
- Mas, oremos ao Senhor da seara, para que mande obreiros com as qualidades anteriormente citadas.
Mefibosete

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

ESBOÇO DO LIVRO DE EXODO - POR MOODY

I. A libertação de Israel. 1:1 - 18:27. 
A. Introdução. 1:1-7. 
B. Escravidão no Egito. 1:8-22. 
C. Preparação do libertador. 2:1 - 4: 31. 
1. Nascimento e preservação de Moisés. 2:1-25. 
2. Chamada e incumbência de Moisés. 3:1 - 4:31. 
D. A missão de Moisés diante de Faraó. 5:1 - 7:7. 
1. Moisés se apresenta a Faraó pela primeira vez. 5:1-23. 
2. A promessa renovada e a ordem de Jeová. 6:1-13. 
3. Genealogia de Moisés e Arão, 6:14-27. 
4. Moisés enviado de volta a Faraó. 6:28 - 7:7. 
E. Maravilhas de Deus na terra do Egito. 7:8 - 11:10. 
1. Deus confirma a incumbência de Moisés e Arão. 7:8-13. 
2. A primeira praga - o Nilo transformado em sangue. 7:14 -25. 
3. A segunda praga - rãs. 8:1-15. 
4. A terceira praga - piolhos. 8:16-19. 
5. A quarta praga - moscas. 8:20-3 2. 
6. A quinta praga - peste. 9:1-7. 
7. A sexta praga - úlceras. 9:8.12. 
8. A sétima praga - chuva de pedras. 9:13-35. 
9. A oitava praga - gafanhotos. 10:1-20. 
10. A nona praga - trevas. 10:21-29. 
11. Aviso da última praga. 11:1-10. 
F. A Páscoa, e a partida de Israel. 12:1 - 15: 21. 
1. Consagração de Israel. 12: 1-28. 
2. A décima praga - juízo de Deus sobre o Egito. 12:29-36. 
3. O êxodo do Egito. 12:37 - 15:21. 
a. A partida. 12 : 37-42. 
b. Mais regulamentos para a Páscoa. 12:43-51. 
c. Santificação dos primogênitos. 13:1-16. 
d. Travessia do Mar Vermelho. 13:17 - 14: 31. 
e. O cântico de Moisés. 15:1-21. 
G. Israel no deserto. 15: 22 - 18:27. 

II. Israel no Sinai. 19:1 - 40:38. 
A. Estabelecimento da aliança no Sinai. 19:1 - 24:11. 
B. Orientação para o santuário e sacerdócio. 24:12 - 31:18. 
C. A aliança quebrada e restabelecida. 32:1 - 34:35. 
D. Edificação do santuário. 35:1 - 39 :43. 
E. Construção e consagração do santuário. 40:1-38.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

PARA UMA VIDA MELHOR...

1- Comece seu dia entregando tudo a Deus.
“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará”. Salmos 37:5

2- Leia uma porção da Bíblia todos os dias.
“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz, para os meus caminhos”. Salmos 119:105

3- “Carpem Diem”: Aproveite o seu dia.
“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projectos, nem conhecimento, nem sabedoria”. Eclesiastes 9:10

4- “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança:” Lamentações 3:21

5-Tire do seu vocabulário: “não posso”, “não vou conseguir”, “é impossível”.
“Pois para Deus nada é impossível”. Lucas 1:37

6-Viva o presente: Quem vive do passado é museu.
“Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; tudo se fez novo”. 2 Corintios 5:17

7-Não tome decisão na hora da ira.
“O que facilmente se ira faz doidices, e o homem de maus desígnios é odiado”. Provérbios 14:17

8-Não faça amizades com certos tipos de pessoas.
“Não faça amizade com o iracundo, nem Andes com o homem colérico”. Provérbios 22:24

9-Mantenha amigos por toda a vida.
“O homem que tem muitos amigos pode vir à ruína, mas há um amigo mais chegado do que um irmão”. Provérbios 18:24

10-Ouça mais, fale menos.
“Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por entendido”. Provérbios 17:28

11- Só é feliz quem se contenta com aquilo que tem.
“Não digo isto por causa de necessidade, pois já aprendi a contentar-me em toda e qualquer situação”. Filipenses 4:11

12-Não se isole: ninguém é uma ilha.
“Melhor é serem dois do que um, Se um cair, o outro levanta o seu companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante”. Eclesiastes 4:9,10,11.

13-Não seja materialista.
“Como saiu do ventre da sua mãe, assim nu voltará, indo-se como veio. Nada tomará do seu trabalho que possa levar na sua mão”. Eclesiastes 5:15

14-Dê com generosidade, sem esperar nada em troca.
“Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes” Mateus 5:42

15-Não ande ansioso pelo amanhã.
“Portanto, não andeis ansiosos pelo dia amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal”. Mateus 6:34

16-Valorize e ame a sua família.
“Mas, se alguém não cuida dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior que o incrédulo”. 1 Timóteo 5.8

17-Seja ousado no Senhor.
“Porque Deus não deu o espírito de timidez, mas de poder, de amor e de moderação”. 2 Timóteo 1:7

18-Evite contenda.
“E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser brando para com todos, apto para ensinar, paciente”; 2 Timóteo 2:24.

19-Dê graças em todas as circunstâncias.
“Em tudo dai graças, pois está é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”. 1 Tessalonicenses 5:18

20-Ame profundamente e com paixão.
“Amados, amemo-nos uns aos outros, pois amor é de Deus. Quem ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. 1 João 4:7

Antonio Magnani

quinta-feira, 20 de junho de 2019

JANES E JAMBRES... Quem foram eles ?


"Assim como Janes Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem a verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto a fé. Não irão, porém, avante; porque a todos será manifesta a sua insesatez, como também o foi a daqueles". II Temóteo 3:8-9.

O apóstolo Paulo no texto supracitado, falava dos seus oponentes, os quais lhe resistiam na pregação do evangelho, e comparava que o fim deles, seria como o de Janes e Jambres, que resistiram a Moisés.

A única referência bíblica que encontramos sôbre o referido texto, é relacionando-o com os mágicos que a serviço de Faraó, tentaram sem sucesso, apresentarem milagres mais poderosos do que os de Moisés, através de suas magias e encantamentos.

"Então, Moisés e Arão entraram a Faraó e fizeram assim como o SENHOR ordenara; e lançou Arão a sua vara diante de Faraó, e diante dos seus servos, e tornou-se em serpente. E Faraó também chamou os sábios e encantadores; e os magos do Egito fizeram também o mesmo com os seus encantamentos. Porque cada um lançou sua vara, e tornaram-se em serpentes; mas a vara de Arão tragou as varas deles". Êxodo 7:10-12

Por que os nomes de Janes e Jambres não são citados em qualquer outro lugar do texto sagrado, mesmo nas experiências bíblicas semelhantes, citadas na sequência do texto acima, a não ser exclusivamente uma única vez pelo Apóstolo Paulo, quando escrevia a Temóteo?
Em primeiro lugar, o texto sagrado foi genérico quando citou que Faraó chamou os sábios e encantadores, ou mesmo quando se refere como os magos do Egito. Como eram vários, por certo não houve a necessidade de nominá-los.

Acontece que Paulo, por ter sido um estudioso nato desde a sua juventude, enviado por seus pais de Tarso para Jerusalém para se formar Rabí ou Mestre aos pés de Gamaliel, tornou-se portador de uma elevada cultura, o que possibilitava que tivesse conhecimentos seculares, filosóficos e mesmo históricos, os quais após a sua conversão a Cristo, não os considerava acima da Palavra de Deus, mas chegou a taxá-los como esterco, conforme descreve no texto a seguir: "Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu, segundo o zelo, perseguidor da igreja; segundo a justiça que há na lei, irrepreensível. Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo". Filipenses 3:4-8

No entanto, independente das suas próprias considerações de caráter espiritual, o certo é que Paulo tinha conhecimento de toda a história, e os livros da época, em sua maioria, citavam os nomes de Janes e Jambres entre os principais mágicos e encantadores, justamente no tempo em que foram convocados por Faraó para resistirem a Moisés.

Na época de Paulo, havia em circulação uma espécie de livro judaico, que provavelmente ridicularizava Janes e Jambres como insensatos, justamente pela referida ação ante Moisés.
Os nomes de Janes e Jambres, figuram também em mais de um lugar, em um Targum de Jônatas (Targum: Conjunto de traduções e comentários de textos bíblicos que datam do séc. VI a. C.), em um dos quais temos o seu comentário sôbre a passagem de Êxodo 1:15. Ainda o Targum do mesmo Jônatas sôbre Números 22:22, considera Janes e Jambres como os principais entre os mágicos egípios.

Em vários outros escritos cristãos primitivos, eram citados os nomes de Janes e Jambres, inclusive no evangelho apócrifo de Nicodemos em seu quinto capítulo. Orígenes faz alusão a um livro que tinha o nome deles e Plínio também faz alusão a eles ( ver História Natural xxx. 1,11).

Numênio, o filósofo, refere-se a Janes e Jambres, como escribas egípicios, famosos por seus escritos acerca das artes do ocultismo, o que os coloca na condição de professores de artes mágicas naquele tempo.

Essas informações por certo deram ao apóstolo Paulo, a conscientização necessária para considerar Janes e Jambres, como os líderes daqueles mágicos contratados por Faraó.
As considerações acima mostram que, ainda que outros conhecimentos não sejam necessáriamente fundamentais para a pregação do evangelho, se bem utilizados, podem acessorar em muito na interpretação por parte daqueles que ensinam, e para o entendimento por parte daqueles que lhes ouvem.

Por outro lado, a citaçaõ nominal do apóstolo Paulo sôbre as figuras de Janes e Jambres, pasaram a representar a personificação daqueles que usam de meios humanos ou até mesmo demoníacos para tentar desqualificar ou banalizar o extraordinário de Deus na vida dos seus servos sinceros. Aqueles que agem assim, infelizmente podem ser considerados seus discípulos.

Pr. Carlos Roberto Point Rhema

quarta-feira, 15 de maio de 2019

terça-feira, 2 de abril de 2019

A CRUCIFICAÇÃO...

A crucificação foi inventada pelos persas em 300 a. C., e aperfeiçoada pelos romanos em 100 a. C., sendo aplicada nas diversas nações onde o Império se impunha. Confira os detalhes da morte de cruz a partir do ponto de vista MÉDICO, reunidos por Truman Davis:

1. É a morte mais dolorosa já inventada, excruciante!;
2. Era restrita inicialmente aos piores criminosos;
3. Jesus foi despojado de suas vestes que foram divididas entre os guardas romanos – Salmos 22:19 – “Repartem entre si as minhas vestes e sobre minha túnica tiram a sorte”;
4. A crucificação deu a Jesus uma morte lenta, extremamente dolorosa, agonizante;
5. Os joelhos foram flexionados a 45 graus e Jesus foi forçado a suportar seu peso com os músculos da coxa, e por não ser uma posição anatômica, em poucos minutos leva a cãibras nos músculos da coxa e panturrilhas;
6. O peso de Jesus estava todo em Seus pés, com os pregos cravados. Assim com o estiramento dos músculos dos membros inferiores, o peso do Seu corpo era transferido para os pulsos, braços e ombros;
7. Em alguns minutos após ser colocado na cruz, Seus ombros foram deslocados e alguns minutos mais tarde, Seus cotovelos e pulsos também se deslocaram;
8. O resultado deste deslocamento dos membros superiores levou a um alongamento de 22,8 cm em Seus braços, como se vê nitidamente no Santo Sudário;
9. Nas profecias há citações em Salmos 22:15 – “Como água sou derramado, deslocam-se todos os meus ossos”;
10. Após o deslocamento dos pulsos, cotovelos e ombros, o peso de Seu corpo sobre os membros superiores levou à tração do músculo peitoral maior em seu tórax.
11. A força da tração causou deslocamento da caixa torácica para cima e para fora. Seu tórax se manteve em posição respiratória de inspiração máxima e para poder respirar, Jesus requeria um esforço supremo de Seu corpo;
12. Para respirar, Jesus tinha que empurrar os pregos nos Seus pés para baixo, para poder levantar seu corpo permitindo que a caixa torácica se movimentasse para dentro e para fora para expirar o ar dos pulmões;
13. Seus pulmões estavam em posição constante de inspiração máxima. A crucificação é uma catástrofe médica;
14. Jesus não podia facilmente se mover em torno dos pregos pois os músculos de suas pernas, dobrados a 45 graus, estavam extremamente fatigados, com cãibras severas e numa posição anatomicamente comprometida;
15. Diferente do que se vê nos filmes sobre a crucificação, Jesus se movimentou inúmeras vezes na cruz, aproximadamente 30 cm, pois fisiologicamente se viu forçado a se mover para baixo e para cima para poder respirar;
16. Este processo de respiração Lhe causou uma dor excruciante e um absoluto temor de asfixia;
17. Na sexta hora da crucificação, Jesus estava cada vez menos capaz de suportar Seu peso e Suas pernas. Suas coxas e os músculos das panturrilhas se tornaram extremamente fatigados. Houve aumento do deslocamento dos pulsos, cotovelos e ombros, com elevação da parede do tórax, tornando Sua respiração mais e mais difícil, tornando-O severamente dispneico;
18. Os movimentos para cima e para baixo na cruz para poder respirar causaram dor intensa nos pulsos, pés, ombros e cotovelos deslocados;
19. Os movimentos se tornaram menos frequentes e Jesus se tornou extremamente exausto, mas o terror iminente da morte por asfixia forçou-O a continuar os esforços para respirar;
20. Os músculos dos membros inferiores evoluíram com cãibras intensas devido ao esforço para levantar as pernas com intuito de elevar Seu corpo e poder assim respirar, no comprometimento anatômico em que Se encontrava;
21. A dor dos nervos medianos dos pulsos, dilacerados, explodiam a cada movimento;
22. Jesus estava coberto de sangue e suor;
23. O sangue foi resultado da flagelação e o suor foi resultado de Seu violento e involuntário esforço para tentar respirar. Além disso, estava completamente nu e o chefe dos judeus, a multidão e os ladrões que estavam ao Seu lado, zombavam, blasfemavam e riam d’Ele, na presença de Sua mãe;
24. Fisiologicamente, o corpo de Jesus estava sendo submetido a inúmeros eventos catastróficos e terminais;
25. Como Jesus não conseguia manter uma ventilação adequada pelos pulmões, Ele entrou num estado de hipoventilação;
26. Seus níveis de oxigênio começaram a cair evoluindo para hipóxia, e devido à restrição dos movimentos respiratórios os índices de dióxido de carbono (CO2) começaram a se elevar levando à Hipercapnia;
27. O aumento dos níveis de CO2 estimularam o coração a bater mais rápido para tentar aumentar a entrada de oxigênio e a remoção do CO2;
28. O centro respiratório no cérebro de Jesus enviou mensagens urgentes aos Seus pulmões, para respirar mais rápido e Jesus começou a se tornar ofegante;
29. Seus reflexos fisiológicos faziam com que ele respirasse de forma profunda e involuntária, movimentando-Se para cima e para baixo na Cruz de forma rápida apesar da dor excruciante. Os movimentos agonizantes começaram em minutos, para delírio da multidão que d’Ele zombava, dos soldados romanos e do Sinédrio;
30. Contudo, devido ao cravamento de Jesus na cruz e o aumento da exaustão, Ele foi incapaz de aumentar a demanda de oxigênio para Seu corpo ávido por ar;
31. Os quadros de hipóxia e hipercapnia levaram o coração a bater cada vez mais rápido evoluindo para taquicardia;
32. Os batimentos cardíacos de Jesus cada vez mais rápidos, atingiram provavelmente 220 batimentos/minuto que é o máximo batimento possível para um ser humano;
33. Jesus não havia bebido nada nas últimas 15 horas, provavelmente desde as 18h da véspera e suportou uma flagelação que quase o levou à morte;
34. Ele sangrou por todo o corpo seguindo-se à flagelação, à coroação de espinhos, aos pregos em seus pulsos e pés e às lacerações que se seguiram ao espancamento e quedas;
35. Jesus já estava muito desidratado e sua pressão sanguínea começou a cair muito;
36. Sua pressão deveria estar provavelmente em 80/50;
37. Ele estava na primeira fase do choque, com hipovolemia, taquicardia, taquipneia e hiperhidrose;
38. Por volta de meio dia o coração de Jesus provavelmente começou a falhar;
39. Os pulmões de Jesus provavelmente começaram a se encher de liquido, causando edema pulmonar;
40. Este fato só serviu para aumentar sua respiração que já estava severamente comprometida;
41. Jesus estava em Insuficiência cardíaca e falência respiratória;
42. Jesus disse, “Tenho sede” porque Seu corpo estava clamando por líquidos;
43. Jesus estava desesperadamente necessitando de infusão venosa de sangue, plasma e líquidos para salvar Sua vida;
44. Jesus não podia respirar corretamente e foi lentamente se sufocando até a morte;
45. Neste momento provavelmente Jesus desenvolveu um hemopericárdio;
46. Plasma e sangue se acumularam no espaço que envolve o coração, chamado pericárdio;
47. Este líquido ao redor do coração causou um tamponamento cardíaco, impedindo também que o coração batesse corretamente;
48. Devido ao aumento da demanda do coração de Jesus e ao avanço do quadro de hemopericárdio, Jesus provavelmente sofreu uma ruptura cardíaca. Seu coração literalmente explodiu, e esta foi provavelmente a causa da morte;
49. Para retardar o processo de morte os soldados colocavam um pequeno assento de madeira na cruz, que permitiria a Jesus o privilégio de suportar Seu peso no sacro;
50. O efeito deste assento é que poderia levar até nove dias para morrer na cruz;
51. Quando os romanos queriam acelerar a morte, eles simplesmente quebravam as pernas da vítima, causando uma sufocação em minutos. Este proceder era chamado de crurifragium;
52. Às três horas da tarde, Jesus disse “Tetelastai”, que significa, “Está consumado”. E neste momento, entregou Seu espírito e morreu;
53. Quando os soldados vieram até Jesus para quebrar Suas pernas, Ele já estava morto. Nenhum osso de Seu corpo foi quebrado, em cumprimento à profecia (Salmos 34,21);
54. Jesus morreu após seis horas de agonia, da mais excruciante e terrível tortura já inventada;
55. Jesus morreu para que pessoas como você e eu pudéssemos ir para o Céu. Tudo isso ele sofreu para que através desse ato de aceitação de julgamento e dor aguda, pudesse ser uma ponte entre o Homem e Deus. É pedir muito reconhecer essa forma de amor pela humanidade?