Páginas

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL

Os missionários escoceses Robert e Sara Kalley são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.
Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855,no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana. Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio. Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO MUNDO
As origens da Escola Dominical remontam aos tempos bíblicos quando o Senhor ordenou ao seu povo Israel que ensinasse a Lei de geração a geração. Dessa forma a história do ensino bíblico descortina-se a partir dos dias de Moisés, passando pelos tempos dos reis, dos sacerdotes e dos profetas, de Esdras, do ministério terreno do Senhor Jesus e da Primitiva Igreja. Não fossem esses inícios tão longínquos, não teríamos hoje a Escola Dominical.
Porém, antes de sumariarmos a história da Escola Dominical em sua fase moderna, faz-se mister evocar os grandes vultos do Cristianismo que muito contribuíram para o ensino e divulgação da Palavra de Deus.

Como esquecer os chamados pais da Igreja e lhes seguiram o exemplo? Lembremo-nos de Orígenes, Clemente de Alexandria, Justino o Mártir, Gregório Nazianzeno, Agostinho e outros doutores igualmente ilustres. Todos eles magnos discipuladores. E o que dizer do Dr. Lutero? O grande reformador do século XVI, apesar de seus grandes e inadiáveis compromissos, Ainda encontrava tempo para ensinar as crianças. Haja vista o catecismo que lhes escreveu.
Foram esses piedosos de Cristo abrindo caminho até que a Escola Dominical adquirisse os atuais contornos.

A Escola Dominical do nosso tempo nasceu de visão de um homem que, compadecido com as crianças de sua cidade, quis dar-lhes um novo e promissor horizonte. Como ficar insensível ante a situação daqueles meninos e meninas que, sem rumo, perambulavam pelas ruas de Gloucester? Nesta Cidade, localizada no Sul da Inglaterra, a delinqüência infantil era um problema que parecia insolúvel.
Aqueles menores roubavam, viciavam-se e eram viciados; achavam-se sempre envolvidos nos piores delitos.
É nesse momento tão difícil que o jornalista episcopal Robert Raikes entra em ação. Tinha ele 44 anos quando saiu pelas ruas a convidar os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus. Juntamente com o ensino religioso, ministrava-lhes Raikes várias matérias seculares: matemática, história e a língua materna - o inglês.
Não demorou muito, e a escola de Raikes já era bem popular. Entretanto, a oposição não tardou a chegar. Muitos eram os que o acusavam de estar quebrantando domingo. Onde já se viu comprometer o dia do Senhor com esses moleques? Será que o Sr. Raikes não sabe que o domingo existe para ser consagrado a Deus?
Robert Raikes sabia-o muito bem. Ele também sabia que Deus é adorado através de nosso trabalho amoroso incondicional.
Embora haja começado a trabalhar em 1780, foi somente em 1783, após três anos de oração, observações e experimentos, que Robert Raikes resolveu divulgar os resultados de sua obra pioneira.
No dia três de novembro de 1783, Raikes publica, em seu jornal, o que Deus operara e continuava a operar na vida daqueles meninos Gloucester. Eis porque a data foi escolhida como o dia da fundação da Escola Dominical.

Mui apropriadamente, escreve o pastor Antonio Gilberto: "Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos e professores, sendo a maior e mais poderosa agência de ensino da Palavra de Deus de que a Igreja dispõe".
Tornou-se a Escola Dominical tão importante, que já não podemos conceber uma igreja sem ela. Haja vista que, no dia universalmente consagrado à adoração cristã, nossa primeira atividade é justamente ir a esse prestimoso educandário da Palavra de Deus. É aqui onde aprendemos os rudimentos da fé e o valor de uma vida inteiramente consagrada ao serviço do Mestre.
A. S. London afirmou, certa vez, mui acertadamente: "Extinga a Escola Bíblica Dominical, e dentro de 15 anos a sua igreja terá apenas a metade dos seus membros". Quem haverá de negar a gravidade de London? As igrejas que ousaram prescindir da Escola Dominical jazem exangues e prestes a morrer.
CRONOLOGIA DA ESCOLA DOMINICAL
No Mundo, no Brasil e nas Assembléias de Deus

ANO ACONTECIMENTO
1736 14/09 Nasce Robert Raikes, na Inglaterra.
1780 Robert Rikes, jornalista evangélico (episcopal), com 44 anos, realiza em Gloucester, Inglaterra, as primeiras aulas aos domingos pela manhã para crianças sobre leitura, escrita, aritmética, instrução moral e cívica e conhecimentos religiosos, dando início à Escola Dominical, não exatamente no modelo que temos hoje, mas como escola de instrução popular gratuita, o que veio a ser a precursora do moderno sistema de ensino público. As primeiras professoras foram assalariadas por Raikes.
1783 03/11 Dia Natalício da Escola Dominical, pois Raikes, após três anos de experiência com 7 Escolas Dominicais em casas particulares e com 30 alunos em cada uma delas, alcança êxito em seu trabalho com a transformação na vida de duas crianças.
A Escola Dominical passou das casas particulares para os templos, os quais passaram a encher-se de crianças.
1784 Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já contava com 250 mil alunos matriculados.
1785 Raikes Organiza a primeira União de Escolas Dominicais, em Gloucester, com ajuda de William Fox.
Surgem as primeiras Bíblias, Testamentos e Livros para serem usados especialmente nas Escolas Dominicais. Raikes publica o Sunday School Companion, que era um simples livro de leitura de versículos bíblicos.
É iniciado o movimento de Escolas Dominicais nos Estados Unidos da América, na Casa de William Elliott, inspirado nos exemplos britânicos.
 1790 É fundada a primeira União de Escolas Dominicais dos EUA, em Philadelphia, para prover salas de aulas e professores para as escolas. Em Charleston, EUA, a Conferência Metodista reconhece oficialmente as suas Escolas Dominicais.
1797 Somente na Inglaterra chega a mil o número de Escolas Dominicais.
1800 Surgem fortes ataques contra a Escola Dominical. Raikes ‚ acusado de "profanador do Dia do Senhor", pelo fato de fazer funcionar a Escola aos domingos... Tal acusação partiu dos religiosos da época. No Parlamento chegou a ser apresentado um decreto para proibir Escolas Dominicais em toda a Inglaterra. Tal decreto jamais foi aprovado.
1810 O movimento já contava com mais de três mil Escolas Dominicais e com aproximadamente 275 mil alunos matriculados.
1811 Começa a separação de classes para que adultos analfabetos, assim como as crianças, também pudessem aprender a ler a Bíblia. O movimento chega a 400 mil alunos matriculados só na Inglaterra.
5/04 Morre Robert Raikes, aos 76 anos de idade, tendo a Escola Dominical se espalhado por toda a Inglaterra e em outras partes do mundo.
1820 Começam os primeiros passos para congregar as Uniões locais de Escolas Dominicais numa central - União Americana de Escolas Dominicais.
1824 25/05 A União Americana de Escolas Dominicais, em Filadelfia, EUA, torna-se a representante nacional de 723 Escolas afiliadas e 50 mil alunos.
1831 As Escolas Dominicais chegam a 1.250.000 alunos matriculados, cerca de 25% da população da Inglaterra na época.
1832 03/10 Realizada a Primeira Convenção Nacional da União Americana de Escolas Dominicais, em New York.
1836 O Rev. Justin Spauding, da Igreja Metodista, organiza no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e em junho abre uma Escola Dominical com 30 alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua.
1855 19/08 Robert Kalley e sua esposa Da. Sarah Poulton, casal de missionários escoceses, realizam a primeira aula de Escola Dominical para cinco crianças, em sua residência na cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro, o que resultaria na fundação da Igreja Evangélica Fluminense, embrião da Igreja Congregacional.
 1911 Dois meses após a fundação das Assembléias de Deus, é realizada a primeira aula de Escola Dominical, na casa do irmão José Batista Carvalho, na Av. São Jerônimo, em Belém, PA.
 1920 Começa a circular como suplemento do Jornal Boa Somente em Belém, PA, os Estudos Dominicaes, o embrião da atual revista Lições Bíblicas, para Jovens e Adultos.
 1930 Lançada a revista Lições Bíblicas para adultos, inicialmente comentada pelos missionários suecos Samuel Nyström e Nils Kastberg. A CPAD ainda não tinha sido fundada.
 1932 25 a 31/7 Realizada a XI Convenção Mundial de Escolas Dominicais, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro
 1943 Lançada a primeira revista para crianças na Escola Dominical das Assembléias de Deus, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito.
 1955 Surge nova revista infantil da CPAD, chamada Lições Bíblicas para Criança, para as idades de 6 a 8 anos. Publicado o primeiro comentário de Lições Bíblicas de autoria do missionário sueco Eurico Bergstén, que viria ser o comentarista com o maior número de lições escritas: 35.
19/8 Completados 100 anos de fundação das Escolas Dominicais no Brasil.
 1973 Novamente lançada pela CPAD uma revista para crianças por iniciativa e comentários do pr. José Pimentel de Carvalho, sob o título: Minha Revistinha, para as idades de 4 e 5 anos.
 1974 Fundado o Departamento de Escola Dominical da CPAD (atual Setor de Educação Cristã), sob a chefia do pastor Antonio Gilberto.
1 a 06/07 Realizado o primeiro CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), da CPAD e fundado pelo pastor Antonio Gilberto, na Assembléia de Deus de São Cristóvão, RJ.
Lançado o Livro "Manual da Escola Dominical", de autoria do pastor Antonio Gilberto, best-seller da CPAD e livro-texto do CAPED.
Lançada pela CPAD a revista infantil Estudando a Bíblia (atual revista Juniores, para crianças de 9 a 11 anos).
 1980 Comemorados os 200 anos de fundação da Escola Dominical no mundo pela Associação lnternacional de Educação Cristã (ICEA).
O número de alunos em todo o mundo‚ é estimado em 120 milhões, com cerca de 2 milhões de Escolas Dominicais (não nos moldes do modelo britânico de Raikes) e 8 milhões de professores.
 1981 Lançado pela CPAD o Primeiro Plano de Revistas da Escola Dominical para Assembléias de Deus, formulado pelo pastor Antonio Gilberto, que estabelecia, pela primeira vez, revistas para cada faixa etária da Escola Dominical.
 1982 Lançada a revista Mensageiros da Fé (atual Adolescentes Vencedores), para crianças de 12 a 14 anos.
Lançada revista do Mestre para a revista Lições Bíblicas (Jovens e Adultos), comentadas pelos missionários João Kolenda Lemos e sua esposa Doris Ruth Lemos.
 1985 Lançado pela CPAD o Curso Evangelização Infanto-Juvenil (CEI) destinado ao treinamento de professoras de crianças e adolescentes (curso atualmente fora desativado).
 1994 Reformulado e Relançado pela CPAD o Plano de Revistas formulado em 1974, com a inclusão de duas novas revistas: Campeões da Fé (atual Juvenis Lições Bíblicas), para adolescentes de 15 a 17 anos, e a revista Discipulando para novos convertidos.
1996 Lançada a campanha da CPAD Biênio da Escola Dominical - 96/97 "Achei o Livro na casa do Senhor"
5 a 07/06 Realizado o I Encontro Nacional de Superioridades de Escola Dominical, no Hotel Glória, Rio de Janeiro, RJ.
1998  10 a 13/6 Realizado o I Congresso Nacional de Escolas Dominicais das Assembléias de Deus, no Riocentro, Rio de Janeiro, RJ.
11 a 20/11 Realizado o primeiro CAPED fora do Brasil, em Moçambique, África.
Lançado o CAPED em vídeo com 5 fitas.
1999  12 a 15/11 Realizada a Conferência Nacional de Escolas Dominicais, no Centro de Convenções da Universidade Federal de Pernambuco, Recife.
Lançada a revista Lições Bíblicas Mestre em CD-ROM.
Lançada a Revista Ensinador Cristão, da CPAD, para circular a partir do 1º trimestre de 2000.
Reformulado e relançado o Plano de Revistas da CPAD da edição de 1994, tendo as primeiras revistas de Escola Dominical no Brasil totalmente coloridas e tendo a inclusão de mais duas revistas: a Maternal, para crianças de 2 e 3 anos, e a Discipulado Mestre.
2000  Lançadas as revistas de Escola Dominical da CPAD para toda a América Latina pela Editorial Patmos. (editora da CPAD para o mundo hispânico).
24 a 27/05 Realizado o segundo CAPED fora do Brasil: Nova Iorque, EUA.
Lançado o CEI em vídeo com 4 fitas.
Lançada a Cartilha Escola Dominical Revistas e Currículos, para pastores, superintendentes, coordenadores de departamentos e professores.
Lançada a capanha todos na Escola Dominical cada crente um aluno, para mobilizar as Igrejas a envolverem a grande partes de seus membros que não freqüentam a Escola Dominical nas Assembléias de Deus.
06 a 09/09 Realizado o II Congresso Nacional de Escolas Dominicais nas Assembléias de Deus, no Riocentro, Rio de Janeiro.
Material cedido pela CPAD

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

RANKING DOS PAISES QUE MAIS PERSEGUEM OS CRISTÃOS...

Com base em experiência de campo em missão, o “Portas Abertas” publicou uma lista com 50 países que mais oprimem cristãos. O relatório considera dois aspectos da perseguição religiosa: o contexto da perseguição e as diferenças de acordo com as comunidades.

Ao final da pesquisa, foram classificados os 50 países mais intolerantes à fé cristã. Em primeiro lugar ficou a Coreia do Norte, com classificação de perseguição ilimitada. Essa posição do ranking já é da Coreia há 11 anos consecutivos. Outro país que subiu de posição foi o Iraque, que está nos primeiros cinco da lista, pulando da 9ª para a 4ª posição dentre os cinquenta países. Lá cristãos têm sido perseguidos notavelmente desde 2003, quando houve a invasão liderada pelos Estados Unidos que derrubou o regime de Saddam Hussein. Desde então os cristãos têm sido alvo constante de grupos radicais islâmicos que atuam no país.

Mali, Tanzânia, Quênia, Uganda e Niger também compõe essa lista. Outros países também tiveram suas posições elevadas. É o caso da Síria que subiu 25 posições; da Etiópia que subiu 23 e da Líbia com 9 posições acima.

“A boa notícia é que a perseguição tende a estar relacionada com o crescimento e o testemunho. E refina e fortalece a fé dos cristãos, não o oposto. Ou seja, o aumento das pressões contra o cristianismo mostra que a Igreja está crescendo”, afirma Missão Portas Abertas.

Alguns países também saíram da lista, como é o caso de Cuba, Bangladesh, Chechênia, Turquia e Belarus. Porém, isso não significa que nestes não há perseguição. A missão pediu que estes países também fossem alvos de oração, já que a intolerância ainda continua. “Alguns países deixaram o ranking, mas não devem sair da sua lista de orações, já que a perseguição não acabou”.

Veja a seguir a Classificação de Países por Perseguição em 2013:
 

 Com informações do Christian Post
 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

COMO VIVER UMA VIDA VITORIOSA

1º Leia a Palavra diariamente (Sl 119:9) - Não há arma mais forte contra Satanás como a Palavra de Deus. O Senhor Jesus a usou contra satanás no monte da tentação. A palavra é o molde com que o Espírito Santo forma o novo homem à semelhança de Cristo ( Rm8:29)
 
2º- Ore diariamente de forma comprometida e de coração (1Ts 5:17) - A oração é um poderoso alimento fortificador para o Espírito humano. A primeira causa de desviar-se de alguém do caminho do Senhor é acha-la na negligencia na oração e na falta de observância da Palavra de Deus. “Precisamos ter ousadia no orar a Deus”. (Tg 4:2)

3º- “Seja fiel a Deus” Sempre leio em alguns carros a frase “Deus é fiel”, porem nunca li em nenhum carro a frase “eu sou fiel a Deus”. Se a sua comunhão com Deus for quebrada por algum descuido, por algum pecado, ou por qualquer outra coisa, confesse e fique livre da culpa (Sl 51:14; Jo 1:19)

4º- Evite confrontos e falatórios desnecessários. “Evangelho não se discute, Evangelho se anuncia” Se alguém vier e quiser contradizer a sua fé e duvidar da sua conversão, é melhor ficar calado e tranqüilo e procurar orar a Deus com a pessoa do que defender-se e discutir ( “pois o servo de Senhor não deve contender mas ser amável para com todos...( 2Tm 2:24). Se ele for indiferente à verdade, diz-nos a Palavra de Deus: “Aparta-te dos tais”( 1Tm 6:5)

5º- Não seja influenciado pelo mundo, pelo contrario influencie-o. A Palavra do Senhor nos ensina a não concordar com este século, mas pelo contrário devemos nos transformar pela renovação de nosso entendimento (Romanos 12:1-2). Infelizmente muitos não conseguem influenciar o mundo com o Evangelho, levando até ele os valores do Reino de Deus, ao contrário disso são influenciados trazendo assim os modelos do mundo para sua vida, família tornando-se então vulnerável aos ataques do inimigo.

6º- Seja um exemplo e fale de Jesus a outras pessoas. Testemunhar do Senhor Jesus é sempre muito bom, mas, não deixe que isto seja para você uma obrigação e uma carga. Como uma vela acesa ilumina um quarto escuro sem o menos esforço, assim você deve estar tranqüilo no lugar que o Senhor lhe colocou, iluminando ao seu redor com a graça de Deus lhe der. ( Mt 5:14).”Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;” em Mt 14:3.

7º- Experimente ser guiado pelo Espírito Santo, abrindo seus ouvidos para ouvi-lo e abrindo seus olhos para ver a direção dada pelo doce Você só poderá andar de poder em poder, de glória em glória pelo Espírito do Senhor, quando olhar a Jesus e seguir a palavra de Deus. (2 Co 3:18). Não há, no caso do crente a extinção da glória, como se dera com Moisés. O Senhor cumpriu a sua promessa e derramou o Espírito sobre nós (Joel 2:28).

8º- Ame o Senhor Jesus sobre todas as coisas. Comece por você a amar e adorar a Cristo de todo o seu coração, entregue a ele seus sentimentos, não fique dividido entre o amor a Jesus e a coisas e pessoas, amem a Jesus antes de todos( Ef 3:17).

9º- Busque respostas para suas dúvidas em Jesus, ele pode te responder e te ajudar. Antes de tudo tenha o Senhor Jesus como seu auxílio, porque Ele é mestre em ajudar. É tão bom, que é ele mesmo que vem ajudar. ( Is 35:4). “O Senhor fará maravilhas operando milagres que excedem tudo quanto seria possível imaginar, busque o conselho do Senhor e você verá maravilhas.

10º- Não pense que a volta de Cristo está demorando, lembre-se: Ele virá como um ladrão na noite. Jesus disse, “venho sem demora!” ( Ap 3:11). Isto lhe serve de encorajamento para aguardar o Senhor Jesus em breve nas nuvens para te arrebatar, juntamente com os santos que foram lavados e remidos com Seu precioso Sangue. Também lhe servirá para estar vigiando e orando em todo o tempo, sem esmorecer.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

AGENDANDO O PR ABILIO ROCHA


PARA QUE SERVE O JEJUM?

O QUE É O JEJUM?

Definição do termo em si: Jejum é um ato físico que consiste em abster-se de comida ou bebida, total ou parcialmente, durante algum ou certo périodo de tempo. O jejum é uma abstinência voluntária. Ele pode ser total ou parcial. O jejum é praticado pela humanidade em todas as épocas, nações, culturas e religiões. Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, através dos benefícios físicos com a desintoxicação que é produzida ao corpo.

O QUE É O JEJUM PARA O CRISTÃO?

Benefícios físicos, êxito ministerial na ministração da Palavra. Dotação e capacitação de poder, discernimentos espirituais são consequências e resultados do nosso Jejum. Mas não são o objetivo principal do jejum. Todas essas coisas são otimas para a nossa vida cristã. Mas elas não podem e não devem tomar o lugar de Deus como o centro principal do jejum.

O jejum infelizmente é praticado de uma maneira errada por muitos cristãos e nas campanhas as quais as igrejas realizam. Deus recebe, mas como um sacrifício de louvor e adoração. Não necessáriamente como o sacrifício de jejum em si. Se o objetivo do jejum não for para Deus, com certeza será um fracasso.

QUAL É O JEJUM CORRETO?

A 1ª coisa a ser feita. Conhecer a estrutura física do seu corpo. O ser humano tem um dispositivo físico natural chamado de relógio biológico. O funcionamento desse relógio se divide basicamente em três fases ou vigílias, de acordo com o fuso horário de 24 horas.

O funcionamento do relógio biológico natural é diferente de uma pessoa para outra. Depedendo de como está a vida sedentária (falta de qualquer atividade física) da pessoa. E logicamente de como está a qualidade alimenticia. Ou seja, o que a pessoa come. As três fases são:

ALIMENTAÇÃO – Das 7 da manhã às 7 da noite. É o conjunto das substâncias de que um indivíduo costuma alimentar-se.

ABSORÇÃO – Das 7 da noite às 7 da manhã. É a função pela qual as células do corpo utilização para filtrar e separar em seu meio interno, as substâncias, os minerais e vitaminas que lhes são necessárias para o melhor funcionamento do organismo em um todo.

ELIMINAÇÃO – Das 6 da manhã às 11 da manhã. É quando o corpo elimina através das fezes, urinas e suor tudo o que não é aproveitado pelo organismo. Se uma pessoa não entender o funcionamento do seu relógio biológico, ela não vai realizar o jejum de uma forma correta.

Para entender a essas fases (Alimentação, absorção e eliminação). A pessoa deve observar com atenção aos horários em que ela mais sente fome, e também os horários em que ela realiza as suas necessidades fisiológicas. Por exemplo: Uma pessoa que diz as 7 horas da noite que vai jejuar até ao meio dia do dia seguinte, na realidade ela não esta jejuando. Pelo contrário, ela esta se alimentando muito bem.

Porque meio dia ainda esta dentro do horário da absorção. Ou seja, o seu corpo ainda esta utilizando a reserva alimentícia do que foi absorvido no mínimo 8 horas antes. Alguns tipos de alimentos por exemplo, demoram até 10 horas para serem totalmente eliminados do nosso organismo. Quando uma pessoa não respeita o funcionamento do seu relógio biológico, além de se alimentar de forma errada. O seu organismo estará sempre entre duas fases; absorção e eliminação (descontrolado).

Após conhecer o funcionamento do seu corpo em relação ao seu relógio biológico. A pessoa saberá então o melhor horário para realizar o seu jejum (seja ele total ou parcial). Uma forma certa é ficar a noite anterior sem comer nada. E apartir das 6 horas da manhã iniciar o jejum. Jejum físico é sacrificar o corpo (carne) no momento e horário em que ele mais necessita do alimento. Não existem regras determinadas na Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é totalmente pessoal.

O princípio básico para o jejum é: “ABSTER-SE VOLUNTARIAMENTE DE ALGUMA COISA QUE VOCÊ GOSTA DE FAZER COM A FINALIDADE DE DEDICAR MAIS COMUNHÃO COM DEUS”.

Dentro desse princípio é possível praticarmos jejum de internet, festas, esportes, ou qualquer outra coisa em nossas vidas as quais gostamos de realizar. Lembre-se a razão principal do jejum é para se ter uma intimidade maior com Deus. Conforme a constância desse relacionamento. Com certeza, os propósitos, metas e objetivos acontecem pela conseguência natural de comunhão com Ele.

ÁGUA NÃO É OPÇÃO DE ALIMENTO

Água é necessidade, e o nosso corpo depende dela. Uma pessoa normal contém em seu corpo aproximadamente 30 litros de água, necessária para resfriar o corpo (75% do seu peso). Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição para serem eliminadas pelos rins e intestinos. Sem água no limite máximo de três dias, o nosso corpo entra em colapso.

Em cinco dias depedendo da situação fisica da pessoa ela pode falecer. Há registros de pessoas que suportaram até 42 dias sem comer. Sem água, porém, a resistência é bem menor e o estado de saúde torna-se bastante grave após cerca de 72 horas. Sem a ingestão de alimentos, o organismo começa a queimar suas reservas de energia, principalmente as gorduras. Depois delas, consome as proteínas que compõem os tecidos. Numa pessoa saudável, existe um equilíbrio entre a quantidade de líquidos ingeridos e eliminados. A perda desse equilíbrio no máximo em 7 dias é o suficiente para matar.

Te aconselho adaptar o seu organismo de uma forma adeguada a qualidade do seu jejum. Por exemplo: Não comece um jejum prolongado, comece de uma forma crescente (aos poucos), assim o funcionamento do seu metabolismo não será afetado em um todo. Em outras palavras Deus não quer que você perca qualidade de vida buscando mais intimidade e comunhão com Ele. Mais aos poucos você irá adaptar o tempo de qualidade de jejum. Mas sem perder e respeitando a qualidade de saúde do seu corpo.

Por favor quando você estiver orando, ore pelo meu ministério, por mim e pela minha família! Deixe o seu nome, que eu também estarei orando por você e pelos seus. Graça & Paz.
 
Rev. Carlos Andrade

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

QUAL O SIGNIFICADO DE PANO DE SACO NA BIBLIA?

Por que pessoas na Bíblia vestiam-se de pano de saco?

Pano de saco era um tecido rústico usado em várias aplicações, citado freqüentemente na Bíblia como um tipo de vestimenta. Roupas de pano de saco serviam para comunicar certas emoções ou atitudes às outras pessoas.

Em termos gerais, a roupa de pano de saco mostrava a angústia da pessoa. Mas, angústia e perturbação podem serresultados de vários fatores e, por isso, observemos alguns motivos mais específicos para o uso desse tecido.

1. Sinal de tristeza e lamentação, especialmente devidas à morte ou às calamidades (Salmo 35:13-14; Isaías 15:1-3; 32:9-12; Ezequiel 27:29-32; Joel 1:8,13; Amós 8:10). Quando Jacó recebeu a notícia (falsa) da morte de José, seu filho predileto, ele "rasgou as suas vestes [outro sinal de angústia], e se cingiu de pano de saco, e lamentou o filho por muitos dias" (Gênesis 37:34). Quando Abner foi morto, Davi ordenou ao povo: “Rasgai as vossas vestes, cingi-vos de panos de saco e ide prateando diante de Abner” (2 Samuel 3:30-32). Quando saiu a ordem do rei da Pérsia autorizando a aniquilação dos judeus, Mordecai “se cobriu de pano de saco e ... clamou com grande e amargo clamor”. Os outros judeus mostraram sua angústia com o mesmo sinal de luto (Ester 4:1-3). Este sinal, às vezes, acompanhava a mensagem triste de profetas (Apocalipse 11:3-6).

2. Evidência de humildade, especialmente de um suplicante (Salmo 30:8,10-11). Ezequias e os outros líderes de Judá se vestiram de pano de saco quando este entrou na presença de Deus para pedir livramento da ameaça assíria (2 Reis 19:1-3,14-19). Ben-Hadade e seus soldados se vestiram de pano de saco e pediram a clemência do rei Acabe de Israel (1 Reis 20:31-32). Daniel disse: “Voltei o rosto ao Senhor Deus, para buscá-lo com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza” (9:3).

3. Demonstração de arrependimento (Mateus 11:21; Lucas 10:13). Os ninivitas ouviram as advertências do profeta de Deus e se converteram, cobrindo-se de pano de saco (Jonas 3:5-9). Depois do cativeiro babilônico, os filhos de Israel jejuaram, trouxeram terra sobre si e se vestiram de pano de saco quando chegaram a confessar seus pecados diante do Senhor (Neemias 9:1-4).

Na aliança de Cristo, não achamos ordens exigindo o uso de pano de saco, cinzas, etc., mas ainda devemos mostrar mudanças no nosso comportamento como pessoas transformadas pela palavra do Senhor (Romanos 12:1-2). Isaías advertiu os israelitas do perigo de usar atos externos insinceramente; a verdadeira conversão precisa ser acompanhada de frutos do arrependimento (Isaías 58:1-10; cf. Mateus 3:8).

ELIAS, O TISBITA

A lição nº 2 da revista Lições Bíblicas, comentada pelo Pr. José Gonçalves, professor de teologia, vice-presidente da Comissão de Apologética da CGADB, nos faz refletir que Deus usa pessoas simples para missões importantes.

Quem era Elias?

Além do profeta, existem outros três personagens bíblicos chamados Elias. O primeiro deles era sacerdote benjamita (1 Crônicas 8.27) . O segundo e o terceiro foram um sacerdote e uma pessoa leiga nas coisas religiosas, que se casaram com mulheres estrangeiras (Esdras 10.21, 26). 

Exceto a referência ao profeta em 1 Reis 17.1, que nos informa que Elias era tisbita, um dos moradores de Gileade, não há informação sobre seu passado, nem se quer os detalhes de seu chamado ministerial e informações sobre sua família. Ele aparece nas páginas das Escrituras Sagradas de maneira repentina e sem introdução pormenorizada.

O ministério de Elias pode ser descrito como determinado pelo Espírito Santo através de grandes ações impactantes. Ele é precursor dos profetas escritores, as suas mensagens antecipam os oráculos de Amós e Oséias, traz à memória dos israelitas a necessidade de adoração exclusiva ao Senhor e os padrões de retidão contidos no Código Mosaico. 

Comparações entre Moisés e Elias 

A vida de Elias é comparada em muitos aspectos com a de Moisés. 

No Antigo Testamento, o Monte Sinai também é conhecido como Monte Horebe. O episódio da passagem de Elias na região é bastante relevante e fortalece o paralelo entre ele e Moisés, que viveu no mesmo local experiências extraordinárias com Deus. 

Os ministérios de Moisés e de Elias foram marcados com a presença do fogo (Êxodo 13.21; 19.18; 24.17; Números 11.1; 16.35; 1 Reis 18.38; 2 Reis 1.10, 12).

O fim da jornada terrestre de Moisés é cercada de mistério, de igual modo existe uma aura misteriosa ao fim da caminhada de Elias (Deuteronômio 34.6; 2 Reis 2.11).

Elias recebeu o acompanhamento leal de Eliseu e por ele foi precedido, assim como Moisés teve como companheiro de jornada o amigo Josué, que o substituiu em seu ministério (Deuteronômio 34.9; Josué 4.14; 2 Reis 2.14).

Referências neotestamentárias

Malaquias profetizou que Deus enviaria Elias antes do grande e terrível Dia do Senhor (4.5, 6). Jesus Cristo esclareceu que essa profecia fazia referência à semelhança de ministerial entre Elias e João Batista, à maneira direta como ambos se comunicavam e à simplicidade como viviam e se vestiam (Mateus 11.14; 17.12).


Elias reapareceu em pessoa no monte da transfiguração e é citado por Jesus em Nazaré: Marcos 9.4; Lucas 4.25, 26.

Cartas apostólicas citam Elias: Romanos 11.2-4; Tiago 5.17-18.


E.A.G.